Via Franca

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sexta-feira, 20 de abril de 2018

Concerto em "Homenagem às Mães"


No dia 12 de maio, sábado, na véspera do dia das mães, às 20h, o anfiteatro do Colégio Mater Amabilis vai receber um concerto de piano e violino com os solistas da OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) Olga Kopylova e Yuriy Rakevich. 
É uma oportunidade de ver dois músicos importantes daquela orquestra, em Guarulhos.
O Programa será o seguinte:
1. Elgar - Salut d'amour,
2. Beethoven - Sonata para violino e piano n.5 "Primavera", 1º movimento,
3. Scriabin - Estudo,
4. Debussy - La plus que lente (Valso),
5. Franck - Sonata para violino e piano, 4o movimento,
6. Debussy - Clair de Lune,
7. Paganini - Cantabile,
8. Debussy - Bean Soir,
9. Dvorak - My mother taught me,
10. Wagner - Página de um álbum,
11. Ysaye - Reve d`Enfant,
12. Ponce - Estrellita. 
Ingressos à venda em Guarulhos na Via Franca Turismo (av. Torres Tibagy, 870, sala 03), no SOS do Colégio Mater Amabilis (Rua Josefina Mandotti, 158) e na A Vila Espaço Cultural (R. Silvestre Vasconcelos Calmon, 248).
Valor: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia).

Villa-Lobos para crianças no Municipal


Num sábado modorrento fui até o Theatro Municipal de São Paulo, conferir o espetáculo "Estação Villa-Lobos" que faz parte da proposta deles em apresentar o local para famílias (principalmente para as crianças), chamada de "Meu Primeiro Municipal"...
Primeiro fiquei encantado com a quantidade de crianças de todas as idades, maravilhadas com a beleza do saguão do teatro. É emocionante perceber que ainda existem muitos pais que buscam mostrar para os seus rebentos uma variedade cultural e não ficam restritos apenas ao shopping ou à Riviera de São Lourenço. Se, desde pequenos, os nossos filhos fossem motivados a conhecer uma diversidade de cultura e arte, como forma de entretenimento (não só como crescimento intelectual, que vem a reboque, neste contexto), com certeza teríamos um país diferente (só a arte alivia a dureza da vida)... Mas, para isso, os adultos também teriam que buscar estes espaços nas suas horas vagas (além de ler um pouco mais do que os dois livros anuais que o "brasileiro médio", lê).
Mas, voltando ao tema da postagem, também fiquei encantado com o espetáculo, em si... "Estação Villa-Lobos" conta com direção cênica do Cássio Scapin (o eterno Nino do castelo Rá-Tim-Bum), mas que não entra em cena. O ator Iuri Saraiva interpreta de maneira mágica o maestro Heitor Villa-Lobos e divide o palco com os jovens cantores e músicos da escola municipal de música "Opera Studio".

O programa leva o público a uma viagem por momentos da vida de um dos maiores ícones da música erudita brasileira de maneira leve e divertida (tudo isso em uma hora, aproximadamente), desde quando Villa-Lobos ganhou seu primeiro violoncelo aos seis anos de idade até seu reconhecimento internacional, passando por suas explorações de sons em viagens por todo o Brasil e sua contribuição para a Semana de Arte Moderna, com destaque para sua admiração pelo alemão Johann Sebastian Bach (a sinopse que reproduzi neste parágrafo tirei do programa do espetáculo).
Agora, imagina levar a molecada para curtir tudo isso num dos prédios mais icônicos da cidade de São Paulo!!!!! Eu fui sozinho e amei... Me emocionei em várias partes, não só quando entrava terchos de alguma bachiana, mas também do rico repertório das modinhas e cantigas de roda que o maestro recolheu nas suas viagens pelo nosso país.
Ah, é importante lembrar que a apresentação começa no saguão do Municipal, ao meio dia, em ponto. Por isso, ao entrar no teatro, fique aguardando naquele local, junto à escadaria. Depois é que o corpo de atores e músicos se dirigem para o palco.
Recomendo para TODAS as idades... Mágico, fascinante!!!!
Novas apresentações nos dias 05/05, 02/06 e 04/08.

Serviço;
Theatro Municipal de São Paulo
Praça Ramos de Azevedo s/nº
Exclusivamente nos sábados de 05 de maio, 02 de junho e 04 de agosto, às 12h.
Ingressos entre R$ 5,00 e R$ 30,00.
Indicação livre
Fone: (11) 3053-2100 - Próximo ao metrô Anhangabaú - centro - São Paulo (SP)


quinta-feira, 19 de abril de 2018

Colégio Mater Amabilis em Brotas e Barra Bonita


Neste final de semana os alunos dos sextos anos do Colégio Mater Amabilis vão mais uma vez participar de atividades de aprofundamento do seu conhecimento, sociabilização e recreação no Brotas Ecoresort (acampamento Peraltas), em Brotas.
Temas pedagógicos envolvendo o meio ambiente, astronomia, geologia, agroeconomia, entre outros, serão discutidos "in loco" com o olhar direto sobre o objeto de estudo.
A riqueza desta interação com a natureza, com outras culturas e com realidades bem diferentes do seu cotidiano (como aquela encontrada no interior do nosso estado) é fundamental para o crescimento dos alunos.
Também será feita uma navegação pelo Rio Tietê na cidade de Barra Bonita, com eclusagem...
Navegar por um rio que é o símbolo de São Paulo, com uma qualidade de água melhor do que aquela que encontramos na região metropolitana da capital é uma experiência única...
Já foram passadas as dicas do que levar, mas sempre é bom relembrar que há a necessidade de roupa de cama e banho, repelente e protetor solar, além dos remédios de uso contínuo (caso esteja fazendo uso). A carteirinha convênio também é importante (a original), mas lembramos que o nosso grupo conta com seguro viagem da GTA (além de assistência médica no próprio resort).
Para o embarque é obrigatória a apresentação do RG ORIGINAL (seguimos o que é determinado pelas agências reguladoras de transporte no estado e país).
O site do cptec.inpe não prevê chuvas para o período que estaremos lá, mas coloca temperaturas entre 14ºC e 26ºC, por isso vale a pena colocar aquele agasalho mais levinho para a noite.
E, até sábado, lá no colégio... 

quarta-feira, 28 de março de 2018

Centro de Memória do Circo


Ontem, dia 27 de março, foi comemorado o "Dia do Circo"...
Não há como lembrar dos famosos bordões como o "respeitável público, vai começar o maior espetáculo da Terra" ou "hoje tem marmelada? Tem sim senhor"...
De fato, o circo tradicional, única diversão genuína para toda a família, que circulava pelas pequenas cidades do interior do país, há décadas, praticamente não existe mais.
As principais famílias que tinham a sua trupe, com artistas variados, já se desfizeram do seu patrimônio e aquelas que ainda resistem estão bem descaracterizadas. Hoje, a imagem do circo moderno está associada à pirotecnia e tecnologia dos "Soleils" da vida... Não que eu não curta. Pelo contrário, aprecio bastante tanto que já fui em alguns dos caríssimos espetáculos que já aconteceram em São Paulo. Mas, aquela lona surrada que era montada na minha cidade natal, quando eu era criança, traz uma lembrança mágica, que até faz os "olhos suarem"...
lembro quando acontecia o desfile de artistas pelas ruas, com as carretas buzinando e a trupe fazendo estripulias e distribuindo balas e cortesias para as pessoas. Pareciam extraterrestres, que tinham sido deixados por uma nave-mãe e que nos convidavam para conhecer o mundo deles.
Eu morava em um bairro novo, de periferia, com muitos terrenos vazios e sempre um deles era usado para erguer toda a estrutura. Então, acompanhávamos todo o processo de montagem, as técnicas de subir a lona, os trabalhadores que depois identificávamos no picadeiro delineando a sua respectiva arte, os trailers enferrujados e até alguns ensaios que eram feitos do lado de fora.


Um espetáculo só não era suficiente... Queríamos ir em vários, pois a beleza das contorcionistas, a força dos trapezistas, a barulheira infernal dos motociclistas no "globo da morte", a lucidez da palhaçaria e até mesmo as apresentações musicais de duplas caipiras me marcaram muito (a primeira vez que vi o Elvis Presley ao vivo foi em um destes momentos, mesmo anos depois dele já ter morrido). Hoje sou favorável à abolição do uso de animais em espetáculos, mas confesso que a primeira vez que vi ao vivo (na realidade semi-vivos, infelizmente) leões, elefantes e camelos foi em um circo. Me deixaram impressionados e o estalar dos chicotes já nos incomodava muito naquela época, tanto que ao tentar ensinar os truques aos nossos cachorrinhos, imitando o que era feito lá, jamais usávamos a mesma crueldade dos domadores (já havia muita sensibilidade e empatia da nossa parte, mesmo na tenra idade), tanto que os nossos pets nunca nos obedeciam e rendiam várias gargalhadas e brincadeiras.
Vinham companhias grandes, mas as que mais nos divertiam eram as pequenas. Uma delas que me marcou muito foi a dos irmãos Aritana. Estrutura surrada, com artistas mambembes que apresentavam vários personagens ao longo do espetáculo e palhaços engraçadíssimos. Os seus protagonistas ficavam no comércio do bairro e, sem maquiagem, ficávamos ao lado, tentando chamar a sua atenção.
Por tudo isso, pela magia da sua arte, me sinto diferenciado na minha sensibilidade atual, respeitando muito todos eles, que sempre lutaram com muita dificuldade para a sua manutenção.




Para quem gosta tanto quanto eu e tem tantas lembranças também, há um espaço ultra legal e pouco conhecido na cidade de São Paulo, que é o Centro de Memória do Circo (eu chamo de "museu do circo", rsrs).
Está localizado na Galeria Olido, bem no centrão da cidade, ao lado da galeria do Rock, no Largo do Payssandu.
Ele foi inaugurado em 2009 e é mantido pela prefeitura, vinculado á Secretaria Municipal de Cultura. Foi montado à partir da doação do acervo dos circos Garcia e Nerino, além da coleção de Verônica Tamaoki.
Ele está dividido em duas áreas, uma no térreo e outro no primeiro andar, com muitas maquetes, depoimentos, figurinos, dados históricos (em uma super didática "linha do tempo") e até mesmo uma lembrança ao Café dos Artistas, que funcionava ao lado da galeria e reunia artistas diversos (inclusive circenses) nas décadas passadas, sempre as segundas-feiras (dia que não havia espetáculos, é óbvio).
Já visitei muitas exposições na minha vida, mas poucas conseguiram mexer tanto comigo... Lágrimas de alegria e saudosismo desciam no meu rosto. Foi único.
Super recomendo a qualquer um que tenha vivido uma infância rodeada das histórias e descobertas proporcionadas pela arte do picadeiro... Sublime.
Fica na Galeria Olido, na Avenida São João, 473, Centro, São Paulo (SP).
Funciona de quarta à segunda-feira das 10h às 20h (no final de semana abre às 13h).
Gratuito. Fone: (11) 3397-0177.
Aos pesquisadores tem um acervo de figurinos, cenários e outros adereços que não estão expostos, mas que podem ser visualizados á partir de um agendamento prévio.









terça-feira, 20 de março de 2018

Maria Eduarda


Ontem, último dia do verão, 19 de março de 2018, dia de São José para os católicos, nasceu mais uma sobrinha, a Maria Eduarda, ou simplesmente Dudinha... Filha do André e da minha irmã Érica, irmãzinha do Gabriel, é a caçulinha da família.
Com três quilos e meio, veio cheia de saúde e vivacidade, trazendo muita alegria para toda a família.
Já mobilizou a todos que, em caravana, dirigiram-se ao Hospital São Joaquim para dar um "oi" para esta pisciana linda!!!!
Seja bem vinda minha sobrinha (e afilhadinha)...
Já te amávamos antes de nascer.
Maria Eduarda, você já nasceu abençoada...
Só não caia na lábia da sua mãe de torcer para o São Paulo, rsrs... De resto pode gostar de tudo o que te será oferecido por esta família maravilhosa e comunicativa, que te ama muito.
E serás mais uma integrante para a turminha da bagunça da Isa e do Bibi...


quinta-feira, 15 de março de 2018

Insensatez...


Já dizia o poetinha Vinícius de Moraes, na linda letra de "Insensatez" que "vai meu coração, ouve a razão, usa só sinceridade, quem semeia vento, diz a razão, colhe sempre tempestade..."
Tudo bem que a canção (com uma linda melodia do Tom) discorre sobre as mazelas de uma mancada amorosa, mas a letra pode ser direcionada para "pisadas de bola" nossas, do cotidiano.
Como vivemos numa sociedade doente, que contamina à todos que não tem equilíbrio suficiente para abstrair-se neste "mondo cane", cometemos atos de insensatez com amados, conhecidos e estranhos.
Não nos respeitamos mais... Conversando ontem com o amigo Heber, ouvi que nós seres humanos, esquecemos do compromisso que temos, como indivíduos, com o coletivo e com a nossa espécie... Que viver no mundo que nos foi legado exige uma grande responsabilidade, pois será também herdado por outros. E olha que não conversávamos sobre meio ambiente, mas sobre educação (aquela formal, que é objeto primeiro da escola). Quem lida diretamente com a formação do ser humano vive entre o êxtase da possibilidade de ver mudanças futuras ou então sobre a frustração da realidade do presente... Paradoxal.
Não há sequer empatia e muitos ainda fazem da palavra "gratidão" uma das mais empregadas nas redes sociais!!! Enganar a quem? Mas, entendo bem a tentativa de minimizar este monstro que criamos e alimentamos, diariamente, que ainda vai nos devorar. Senão não haveria esperança de sobrevivência...
Por mais preparados que nos sentimos, ao abrir os olhos todas as manhãs, já há um bombardeio de situações dentro e fora das nossas casas que torna o nosso dia desafiador... E a meta, para a maioria, é voltar a fechá-los à noite sem ter se colocado em situação de risco.
E entre o abrir e fechar dos olhos para o sono (que muitas vezes sequer é suficiente ou tranquilo) vai aparecer abusadamente a insensatez...
Dia destes, eu que me considero uma pessoa normal, com capacidade de observação muito grande e um certo equilíbrio, fui pego numa armadilha da vida... Estava num ponto de ônibus, próximo à minha casa, esperando o coletivo para um encontro com um amigo, sem compromisso com hora, algo totalmente informal. Daí ao ver se aproximando o ônibus municipal, dei o sinal com antecedência e mesmo com o braço estendido ele simplesmente não parou... Acelerou e seguiu. Imediatamente, vinha atrás um outro, só que da linha intermunicipal (mais caro e que não serve o mesmo cartão de passes do anterior), onde o motorista viu o ocorrido e parou. Ficou indignado com a cena e me ofereceu carona (abrindo a porta de saída para que eu entrasse).
Aí vem o pior, pois ao invés de enxergar o lado positivo do ocorrido, com a postura humana do segundo motorista, só me vinha à mente todas as vezes que vi isso acontecer (pessoas ficarem no ponto, como aconteceu comigo), os relatos do Tato que inúmeras vezes também foi deixado por conta da sua maneira de vestir e pelos infinitos destratos que já presenciei com passageiros de todas as idades e origens... Ceguei, confesso. Tanto que ao descer no ponto que queria, estava parado no sinal vermelho, aquele que não havia aceitado me levar e fui até o motorista discutir com ele...
Sim, insensatez!!!
Ainda hoje, isso mexe comigo. Sinto-me tão doente quanto todos que não poupo críticas...
Ou mudamos radicalmente ou não sobreviveremos.
E que eu possa entender que "quem não pede perdão, nunca será perdoado..."
Insensatez...

Ah, interpretem como queiram a imagem que abre esta postagem, pois para mim ela é mais poesia do que estética, se é possível desassociar uma coisa da outra... E curtam a bela canção na voz do imortal maestro Antônio Brasileiro!!!!


quarta-feira, 14 de março de 2018

Viver em "situação de rua"...


A história do Rodrigo é a mesma de milhares de pessoas que vivem nas ruas de uma grande cidade brasileira. Dificuldade de sobrevivência, preconceito, invisibilidade, fome, carência de condições mais dignas no seu dia a dia, entre tantos outros problemas retratam bem como é estar em "situação de rua" (infelizmente expressões mais corretas não amenizam em nada as reais necessidades físicas e psicológicas deles)...
Potiguar, está em São Paulo há trinta anos, onde em vinte e oito deles morou nas ruas da cidade (e ainda vive nelas). 

Eu o conheci antes, em algumas reportagens, mas ontem passeando pela avenida Paulista tive o prazer de encontrá-lo e com bastante tempo para uma boa prosa, pude ouvir boas e doloridas histórias.
Não vou compartilhá-las aqui, pois não é o objetivo desta postagem... Mas, quero destacar a sobriedade de uma pessoa que se orgulha do seu projeto que consiste em levar alguma diversão a quem passa pelas ruas da cidade.
Mesmo analfabeto (ele fala sem problema algum sobre isso) e com imensas dificuldades de conseguir dinheiro (vive da coleta de recicláveis), adquiriu conhecimento suficiente para montar uma engenhoca que mistura tecnologia e muita criatividade: um carrinho com três televisores de tela plana, que transmite conteúdo esportivo, jornalístico e de entretenimento para os transeuntes.
Já está há vinte dias em frente ao Parque Trianon, na Paulista, mas me disse que preferia ter aportado na região da São Bento, pois o "custo de vida" no centro é mais baixo... Ele gasta muito mais para se alimentar onde está atualmente, já que na região central de São Paulo (que foi "convidado a se retirar" pelos fiscais da prefeitura) me disse que fazia as três refeições do dia com vinte reais.
Gasta uma boa grana por mês na manutenção dos seus dois carrinhos (mas prioriza aquele que lhe garante o sustento, que é o que puxa diariamente atrás dos recicláveis) e com o pagamento de um pacote da Sky com tv e telefone (simmmm, os canais que ele retransmite no seu outro carrinho não são "netgato", são legais), por isso me confessou uma certa dificuldade cotidiana.

Mas, apesar de tudo que vê e sente por todos os dias, traz uma alegria e um imenso orgulho de fazer a parte dele, proporcionando um pouco de alegria para pessoas que tem muito pouco ou quase nada, através dos televisores instalados no seu carrinho (o que fica fixo, parado "full time" na avenida).
Assistimos juntos um pedaço do jogo do Manchester contra o Sevilha e já me convidou para um próximo ("olha lá a tabela da Champions e cola aí")...
Se algum dos amigos passarem pela Paulista (do outro lado do MASP) "cola lá"... Assista a algum programa e troque boas ideias com ele.
Garanto que vai te fazer rever certos conceitos da sua vida... Certas "verdades absolutas" cairão por terra. 
Ou então, pelo menos pode carregar a bateria do seu celular (ele disponibiliza até os carregadores, "na faixa").
Ah, antes que me perguntem, ele me disse que sai todos os dias com o carrinho de trabalho e ninguém mexe no outro, que é aquele que mais chama a atenção, com a sua parafernália eletrônica.
 
PS.: quem quiser o contato telefônico dele, anota aí: (11) 96683-7394... Também é conhecido pelo sobrenome, Lucena.





quarta-feira, 7 de março de 2018

Espaço para os companheiros caninos no Graal Petropen

Com a minha esposa (e seu "caçulinha") no Graal Petropen
É comum hoje em dia, os nossos companheiros de quatro patas nos acompanharem pelas andanças... Muitos, inclusive, gozam de certos privilégios junto "às suas mamães e papais" como se fossem verdadeiramente humanos (alguns amigos dizem que são mais que humanos, levando em consideração todas as nossas imperfeições).
Apesar dessa característica bem contemporânea, em muitos lugares que frequentamos eles não são bem vindos, pois podem trazer algum incômodo a outros clientes. Um exemplo são os restaurantes que ficam nas estradas... É muito comum ver sempre alguém com o seu animalzinho sentado pacienciosamente do lado de fora, enquanto outra pessoa faz uma refeição mais rápida dentro do local.
Ou então, ver algum pet desesperado dentro de uma daquelas gaiolinhas que ficam na porta dos mesmos.

Mas, alguns restaurantes estão mudando esta relação com os seus clientes... Tive duas experiências bem legais, ambas no eixo da Rodovia Régis Bitencourt, ambas na Rede Graal.
O primeiro é o Restaurante Buenos Aires que fica próximo à cidade de Registro no sentido Curitiba. Eles tem um espaço, dentro do prédio entre as catracas e os banheiros, com mesas e cadeiras, onde podemos comer o nosso lanche, tranquilamente ao lado dos "cãopanheirinhos". É bem confortável e dá para a família reunir-se toda e compartilhar o que foi comprado no restaurante ou trazido de casa (não fica aquela situação incômoda de comer sentado nos bancos em frente às lanchonetes ou no próprio carro).
Já a segunda experiência foi no já conhecido Graal Petropen que fica entre Registro e Jacupiranga, no sentido São Paulo (também quem vai para Curitiba dá para acessá-lo, por um trevo, em um retorno).
Lá, eles criaram o "Espaço Pet", que fica dentro do restaurante do lado esquerdo, logo depois que pegamos a comanda, na catraca.
A vantagem é que se estivermos em duas pessoas, pode-se alternar a escolha do lanche (e até da refeição) e consumir dentro do próprio restaurante... E não precisa pegar a fila tradicional para pagar o que foi consumido, basta chamar um funcionário e pagar ali mesmo, saindo pela mesma área que entramos.
Não vi ainda gatinhos nestes espaços, mas acredito que também podem ser usados pelos seus acompanhantes... Com o nosso "pequenininho", já compartilhamos várias vezes e foi bem tranquilo!!!!
As imagens a seguir são do Petropen...




Onde:
Graal Petropen
Rodovia Régis Bitencourt, km 461
Pariquera-Açu (SP) - sentido Curitiba/São Paulo
Fones: (13) 3856-1410 e 3856-5549

Graal Buenos Aires
Rodovia Régis Bitencourt, km 449
Registro (SP) - sentido São Paulo/Curitiba
Fone: (13) 3821-3381

Ambos abertos 24 horas.


terça-feira, 6 de março de 2018

Concertos em homenagem ao "Dia Internacional da Mulher"


Nesta semana há várias apresentações já agendadas para comemorar o "Dia Internacional da Mulher"...
Vou escolher duas que acontecem em teatros bem expressivos para mim.
A primeira delas é no dia 08 de março mesmo (quarta-feira), às 21h, na Sala São Paulo. Nela o Coro da Osesp regido pela Valentina Peleggi, entoa à capela obras de três compositoras de períodos distintos: Maddalena Casulana (Renascimento), Roxanna Panufnik (Contemporâneo) e Lili Boulanger (Moderno). Depois, Mari Alsop rege a Osesp, que executa a Sinfonia nº 9 de Beethoven, ao lado do coro da Osesp e convidados.
Os ingressos variam de R$ 50,00 a R$ 100,00 (aplicável a lei da meia entrada).
O outro concerto acontece no Theatro Municipal de São Paulo, nos dias 09 de março (sexta-feira) às 20h e 10 de março (sábado), às 16h30, onde a OSM (Orquestra Sinfônica Municipal) sob regência de Mônica Vasques e com Cecília Moita no piano.
Acontecerá a execução da "Abertura em Dó Maior" da compositora Fanny H. Mendelssohn, "Concerto para Piano e Orquestra em Lá Menor" de Clara Schumann e "Sinfonia em Mi Menor, op. 32" de Amy M. Beach.
Os ingressos variam de R$ 12,00 a R$ 60,00 (também com direito à meia entrada em todas as faixas).

Onde:
Sala São Paulo
Praça Júlio Prestes, 16 - Campos Elísios - São Paulo (SP)
Fone: (11) 3367-9500

Theatro Municipal de São Paulo
Praça Ramos de Azevedo, s/n - Centro - São Paulo (SP)
Fone: (11) 3053-2090

segunda-feira, 5 de março de 2018

Z Deli, na República


Fui na semana passada conferir a nova unidade da Z Deli na região central de São Paulo, na República...
Achei a localização bem interessante, pois fica apenas a algumas quadras do metrô e também próximo a outras badaladas casas da região.
Como nas outras unidades fica bem cheio nos horários de maior movimento, principalmente no almoço, mas preferi ir no final da tarde, pois assim poderia comer cm um pouco mais de tranquilidade.
Para quem não conhece, a Z Deli é uma das hamburguerias mais disputadas da cidade, desde que foi criada em um pequeno estabelecimento lá nos jardins, há uns seis anos atrás e ainda hoje é bem procurada, como se fosse uma eterna novidade.
O cardápio não é tão variado, mas os sanduíches são, de fato, maravilhosos (a opinião não é só minha, pois eu mesmo não experimentei todos eles). Inclusive ao abrir esta nova filial no centro, foram acrescentados novos itens com preços um pouco mais baixos que aqueles praticados (na média) nas outras duas lojas.



Ocuparam uma parte do térreo do histórico edifício do IAB (Instituto dos Arquitetos do Brasil), que foi tombado pelo IPHAN em 2015, e fizeram um bom investimento para adequação do espaço, deixando-o além de bonito, bem confortável (amo prédios com um pé direito alto, trazendo um aumento da minha noção de amplitude do lugar).
Fui bem atendido (repito, estava bem vazio na hora que escolhi comer), gostei das duas sodas que pedi, a Pink Lemon (limão, xarope de hibisco e club soda) e a Ginger (suco de limão tahiti, xarope de açúcar, gengibre e club soda), a R$ 9,00 cada uma, entradinhas interessantes como o croquete de pastrami (a R$ 17,00) e o que fui procurar lá, o tradicional sandwiche de pastrami (com mostarda e pão de centeio, a R$ 32,00)... Confesso que não dei muita sorte com ele, pois até estava bem generoso, macio e saboroso, mas achei com excesso de tiras com muita gordura (que interferem sim, no sabor). A sobremesa foi o tradicional cheesecake com calda de frutas vermelhas (R$ 15,00).
Vala uma passadinha!!!



Z Deli Sandwich Shop
Rua Bento Freitas, 314 - República -São Paulo (SP)
Fone: (11) 3129-3162 - do meio dia à meia noite (sexta e sábado até às 2h).
Edifício sede da IAB com a Z Deli no térreo