Via Franca

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quinta-feira, 28 de junho de 2018

Colégio Augusto Ruschi nas cidades históricas mineiras


Amanhã à noite, a Via Franca Turismo vai levar um grupo seleto de alunos do Colégio Augusto Ruschi para a região central de Minas Gerais.
A nossa saída está programada para às 23h do dia 29 de junho, nas proximidades do colégio. É importante lembrar que o aluno tem que levar o seu documento (RG) ORIGINAL.
A nossa primeira visita será em Inhotim, na cidade de Brumadinho, no sábado... Arte contemporânea, um paisagismo impressionante e uma energia maravilhosa. O contato com grandes instalações da Adriana Varejão, Cildo Meirelles, Hélio Oiticica, Lygia Pape, Tunga, entre tantos outros, faz desta imensa galeria, uma das mais importantes do mundo.
De lá, vamos para a cidade de Mariana para o Check in no Hotel Providência.
Como o Brasil joga na segunda-feira e só tivemos esta confirmação ontem, alteramos a ordem do nosso roteiro.
No domingo, vamos para Ouro Preto onde os alunos visitarão as igrejas de São Francisco e Pilar, a Casa dos Contos, a mina do Palácio Velho e os museus da Inconfidência e Mineralogia. Tudo ciceroneado pelo professor e amigo André castanheira, um dos melhores e mais conceituados guias da região.
Na segunda-feira, a visita é na cidade de Mariana e arredores, com uma paradinha às 11h da manhã para assistirmos a peleja da seleção canarinho contra os mexicanos, no nosso hotel... O roteiro lá é bem dinâmico com visita à praça Minas Gerais (onde estão a casa da Câmara e as igrejas de São Francisco e Carmo), à matriz da Sé, ao distrito de Antônio Pereira (que pertence à cidade de Ouro Preto) para uma conversa com garimpeiros de topázio imperial e à gruta da Lapa e depois conhecer a mina da Passagem e entrar em contato com a pedra sabão em uma oficina com o mestre Edniz.
Na terça-feira após o café da manhã, sairemos do hotel e seguiremos para Congonhas do Campo para conhecermos o belo Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, com os profetas e a Via Sacra feitas pelo Aleijadinho. De lá, seguiremos para Tiradentes, a nossa última parada, para conhecer a bela igreja de Santo Antônio.
Pelo site do inpe (https://www.cptec.inpe.br/mg/ouro-preto) não há previsão de chuvas, mas como já estamos no inverno, as madrugadas podem ter frio (mínimas de 12ºC), mas com tardes quentes (até 27ºC) na região.
Então, um bom agasalho para a viagem, no ônibus, e para as nossas noites lá, é uma boa recomendação.
Não esquecer de levar calçados bem confortáveis, medicamentos de uso contínuo, repelente contra insetos, protetor solar, boné e os demais itens para um bom aproveitamento deste estudo do meio.
Apesar de sairmos com seguro viagem da GTA, sempre é bom levar também a sua carteira de convênio médico.
Será positivamente inesquecível...
E ate amanhã.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Roteiro de viagem do Colégio Mater Amabilis


Na véspera da viagem para o Alto Ribeira dos alunos dos oitavos anos do Colégio Mater Amabilis cabe uma pequena lembrança do nosso roteiro, até mesmo para ajudar na organização dos pais e responsáveis.
A nossa saída, amanhã (dia 09 de junho) será às 7h, mas como é praxe, procurem chegar com alguma antecedência. Inclusive, em sala, pedimos para os alunos estarem no colégio por volta das 6h30, pois o embarque deles e das bagagens é um pouco demorado.
Vamos fazer uma parada no restaurante "O Fazendeiro", em Miracatu ou no Graal de Registro (Ouro Verde). Dependemos da fluidez do trânsito na saída de São Paulo e na Serra do Cafezal (que já encontra-se toda duplicada). O objetivo é parar para uso de banheiro e lanchonete com duas horas e meia de viagem para dar mais conforto aos alunos.
A previsão de chegada na pousada é por volta das 12h30, mas também dependemos do horário que conseguiremos sair de Guarulhos e do tempo da parada (não pode ser maior que 20 minutos) para cumpri-la.
Chegando na Pousada das Cavernas, o grupo entrará nos quartos, vai colocar a roupa para a caverna molhada (Alambari de Baixo) e vamos almoçar (nas refeições há suco e água incluídos). Pretendemos sair para a atividade às 14h (este núcleo é próximo da pousada).
Como a previsão é de calor no sábado à tarde, o boia-cross será feito após a saída da caverna, já que todos estarão molhados. O final do trecho de boia é exatamente na entrada da pousada, o que facilita a distribuição dos alunos para banho e jantar. Nesta noite, de sábado, pretendemos fazer uma conversa informal ao redor de uma fogueira.
No domingo, após o café da manhã, vamos até o Núcleo Santana, com proposta de visitação às cavernas de Santana e Água Suja (talvez, dependendo da disposição do grupo, uma entrada na gruta do Morro Preto).
Já na segunda-feira, após o café da manhã, faremos o check out e vamos até o Quilombo de Ivaporunduva, com várias atividades no local e almoço. retornaremos para Guarulhos por volta das 15h, com uma parada no Graal Petropen.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Final de semana no Petar (Colégio Mater Amabilis)


Como prometido, segue esta postagem com alguns lembretes para o grupo dos oitavos anos do Colégio Mater Amabilis, de Guarulhos, que vai para a região do Alto Ribeira, neste final de semana.
Em primeiro lugar é muito importante lembrar que o documento válido para embarque e viagem é o RG (tem que ser o ORIGINAL, não pode ser cópia).
Também não se esqueçam de levar roupa de cama e banho, pois a estrutura de tratamento de esgoto na região é muito limitada, daí a necessidade de evitarmos ao máximo mais um impacto na lavagem destes materiais na própria pousada (cada um leva o seu jogo de lençóis e toalhas).
Sempre que nos deslocamos para uma área como o Petar, com mata nativa e úmida, devemos levar roupas apropriadas (não é permitido entrar nas cavernas com bermudas ou camisetas cavadas, sem manga), por isso sempre recomendo tecidos mais leves que secam bem rapidamente (como o tactel), tênis fechados e confortáveis com solado antiderrapante (de preferência de borracha) e uma mochila pequena para levar o seu lanche, água (pode ser aquelas garrafinhas descartáveis de 500ml), repelente, protetor solar, capa de chuva e um agasalho. Quem quiser também pode levar uma roupa extra para trocar, caso precise. Se não possuir uma mochila impermeável, leve sacos plásticos (tipo "ziplock") para proteger os itens que não podem ficar úmidos.
Os grupos do colégio sempre saem com um seguro viagem (da GTA), mas sempre recomendamos levar a carteira de convênio médico original. Não esquecer também de medicamentos de uso contínuo (que devem ser tomados nesta viagem), com a recomendação de dose e horário para que os professores e monitores possam lembrar aos alunos.
O sinal de telefonia celular é muito ruim lá nos arredores do parque, então disponibilizamos o número fixo da Pousada das Cavernas para contato com o grupo: (15) 3556-1496. Geralmente é melhor ligar após às 19h no sábado e no domingo (saíremos na segunda-feira, após o café da manhã para o quilombo que também não tem sinal bom para celular).
Há uma pequena cantina na pousada, além de artesanato no Quilombo de Ivaporunduva, por isso caso algum aluno queira levar dinheiro, pode ser usado nestes lugares ou nos restaurantes de estrada (todas as refeições estão incluídas no pacote, desde o almoço de sábado até o almoço de segunda-feira).
Segundo o site do cptec inpe (www.cptec.inpe.br) há previsão de chuva apenas para o domingo à noite e parte da segunda-feira (lembrar da capa de chuva), com oscilação de temperatura entre 5ºC e 22ºC. Como vai esfriar durante a noite, recomendo reforçar os agasalhos e pijamas. A maior parte das atividades com água (caverna de Alambari de Baixo e boia-cross) serão feitas no sábado que será mais quente e sem previsão de chuva.
Bom, garanto que será uma viagem muito positiva tanto na aquisição de conhecimento, conscientização ambiental, sociabilização e enriquecimento cultural... Bora lá, arrumar as malas e segurar a ansiedade, rsrs...
Qualquer dúvida, entrem em contato comigo (98381-3638).

sábado, 26 de maio de 2018

Ópera "O Cavaleiro da Rosa" em junho no Municipal de SP


Na segunda metade de junho estreia no Theatro municipal de São Paulo a ópera cômica de Richard Strauss "O Cavaleiro da Rosa"...
Inspirada nas comédias de Molière e nas óperas bufas de Mozart, a peça foi composta no final da década de 1910 e conta a história do casamento do rude e mulherengo Barão Ochs que manifestou o seu desejo de casar com a bela Sophie, à Marechala, uma madura aristocrata que mantém o jovem Octavian (que será interpretado por uma mulher, a mezzo-soprano Luisa Francesconi) como seu amante. Ao ser encarregado de levar uma rosa de prata à noiva do barão, Octavian e Sophie se apaixonam e deste fato decorrem uma série de peripécias que resultam até em um duelo entre os dois pretendentes da bela moça.
"O Cavaleiro da Rosa" é uma típica comédia de enganos (bem no estilo de Molière) que satirizava a sociedade da época e foi montada apenas uma única vez, no nosso país (em 1959).
Acontece em alguns dias no período de 15 a 25 de junho, às 20h (no domingo, 17/06 será às 18h), no Theatro Municipal de São Paulo (praça Ramos de Azevedo s/n). Eu vou no dia 21, uma quinta-feira...
Tem quatro horas de duração com dois intervalos entre três atos com regência do maestro Roberto Minczuk.
Recomendação para maiores de 12 anos.
Há ainda ingressos, apesar de parte dos lugares já estarem vendidos à assinantes, que variam entre R$ 40,00 e R$ 150,00 (aplicável a política de meia entrada sobre estes valores).
Telefone da bilheteria (11)3053-2090.




sábado, 12 de maio de 2018

Hoje à noite tem concerto em Guarulhos


Poderia brincar até com as palavras, pois acredito que Guarulhos ainda tenha "conserto", mas refiro-me mesmo à execução de música erudita no anfiteatro do Colégio Mater Amabilis na noite de hoje (às 20h), dia 12 de maio...
Já produzi outros eventos do gênero, batendo de frente em relação a desconfiança de algumas pessoas com o retorno de algo vinculado à música erudita.
Um dos primeiros deles, há quase duas décadas atrás no mesmo local que se apresentarão hoje os dois dos maiores solistas da renomada OSESP, foi bem executado, com vários ensaios prévios, um repertório de trechos de árias operísticas e boa música clássica conhecida do grande público, com dezenas de músicos e cantores do Conservatório do Tucuruvi. O público foi um pouco abaixo do esperado, mas a satisfação foi tão alta, que me despertou esta vontade de continuar insistindo na divulgação deste gênero tão estigmatizado como maçante e elitista e, por isso, ainda pouco apreciado por parte da população do nosso país (inclusive, muitos não sabem que a base de muitas composições populares bebeu na fonte de grandes compositores clássicos)...
Eu mesmo, um tabaréu, criado no distante interior do nosso estado, onde a riqueza cultural vem da bela inspiração sertaneja, caipira, tive contato com Bach, Lizt, Tchaikovsky, Puccini, entre tantos outros, com os discos de 78 rotações que o meu pai escutava... Havia interpretações das orquestras mais consagradas do mundo (como a de Berlin), grandes tenores e sopranos internacionais (ele tinha muitos do Caruso, Tito Schipa, Mario Lanza, Maria Callas) e também dos nossos conterrâneos com um vozeirão hipnótico como o Celestino, Chico Alves, Nelson Gonçalves, etc... Lembro-me bem do primeiro contato com a música do maestro Villa-Lobos, num dia que o "seu Cid" (meu pai) colocou a Cantilena da Bachiana nº5 na voz da Bidu Sayão e me encheu de histórias do seu compositor. Foi tão marcante que até hoje me recordo da vitrolinha cor de laranja que também era usada para tocar os compactos coloridos de histórias do La Fontaine e, todas as vezes que escuto esta canção, ainda me emociono...
Daí para diante, mesmo sendo totalmente leigo e incapaz de dedilhar algumas notas em qualquer instrumento que seja, fui contaminado pela beleza da música erudita.
Tive sorte de conhecer algumas pessoas na minha vida, principalmente depois de tomar a decisão de mudar-me para São Paulo, que me ajudaram a apurar um pouco mais o meu ouvido e também pesquisar o contexto histórico das grandes obras. Uma destas pessoas é o meu grande amigo e músico Heber Sanches, um violinista incrível que esteve presente em grandes momentos da minha vida, como no pedido de casamento da minha esposa (que foi neste mesmo anfiteatro do concerto de hoje) e também na cerimônia religiosa do mesmo, lá em Brotas...
O Heber me ajudou a produzir (seria impossível fazer sem ele) as apresentações das "Quatro Estações" de Vivaldi com mais de uma dezena de músicos (a maioria russos) da OSESP, da Orquestra Filarmônica Bachiana, com a regência do maestro João Carlos Martins (que chegou a tocar piano durante esta apresentação), de músicos da Bachiana com os Trovadores Urbanos, entre outros.
E, hoje à noite, mais uma vez, ele me deu a oportunidade de estar novamente à frente da organização de uma apresentação deste gênero musical que tanto amo... O violinista Yuriy Rakevich e a pianista Olga Kopylova vão mostrar um pouco mais da beleza de uma sequência que o duo chamou de "Salute d'amour" e que nós rebatizamos como homenagem ao Dia das Mães...
O programa conta com Elgar, Beethoven, Scriabin, Debussy, Paganini, Dvorak ("my mother taught me", que eu adoro), Wagner, Ysaye, Ponce e Franck.
Garanto para vocês que será emocionante!!!!
O anfiteatro do Colégio Mater Amabilis fica na rua Josefina Mandotti, 158, no Jardim Maia, em Guarulhos (SP).
A apresentação acontecerá às 20h e ainda temos ingressos que poderão ser adquiridos na portaria.
Tem apoio do Serviço de Orientação Social do Mater Amabilis (SOS Mater), coordenado pelo querido amigo-irmão Luiz Gerardi e da Via Franca Turismo.

PS.: só para dar um gostinho do que eles vão tocar, coloco aqui um vídeo com o violinista Kerson Leong e a pianista Christia Hudziy interpretando a canção do genial Dvorak...




sexta-feira, 20 de abril de 2018

Concerto em "Homenagem às Mães"


No dia 12 de maio, sábado, na véspera do dia das mães, às 20h, o anfiteatro do Colégio Mater Amabilis vai receber um concerto de piano e violino com os solistas da OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) Olga Kopylova e Yuriy Rakevich. 
É uma oportunidade de ver dois músicos importantes daquela orquestra, em Guarulhos.
O Programa será o seguinte:
1. Elgar - Salut d'amour,
2. Beethoven - Sonata para violino e piano n.5 "Primavera", 1º movimento,
3. Scriabin - Estudo,
4. Debussy - La plus que lente (Valso),
5. Franck - Sonata para violino e piano, 4o movimento,
6. Debussy - Clair de Lune,
7. Paganini - Cantabile,
8. Debussy - Bean Soir,
9. Dvorak - My mother taught me,
10. Wagner - Página de um álbum,
11. Ysaye - Reve d`Enfant,
12. Ponce - Estrellita. 
Ingressos à venda em Guarulhos na Via Franca Turismo (av. Torres Tibagy, 870, sala 03), no SOS do Colégio Mater Amabilis (Rua Josefina Mandotti, 158) e na A Vila Espaço Cultural (R. Silvestre Vasconcelos Calmon, 248).
Valor: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia).

Villa-Lobos para crianças no Municipal


Num sábado modorrento fui até o Theatro Municipal de São Paulo, conferir o espetáculo "Estação Villa-Lobos" que faz parte da proposta deles em apresentar o local para famílias (principalmente para as crianças), chamada de "Meu Primeiro Municipal"...
Primeiro fiquei encantado com a quantidade de crianças de todas as idades, maravilhadas com a beleza do saguão do teatro. É emocionante perceber que ainda existem muitos pais que buscam mostrar para os seus rebentos uma variedade cultural e não ficam restritos apenas ao shopping ou à Riviera de São Lourenço. Se, desde pequenos, os nossos filhos fossem motivados a conhecer uma diversidade de cultura e arte, como forma de entretenimento (não só como crescimento intelectual, que vem a reboque, neste contexto), com certeza teríamos um país diferente (só a arte alivia a dureza da vida)... Mas, para isso, os adultos também teriam que buscar estes espaços nas suas horas vagas (além de ler um pouco mais do que os dois livros anuais que o "brasileiro médio", lê).
Mas, voltando ao tema da postagem, também fiquei encantado com o espetáculo, em si... "Estação Villa-Lobos" conta com direção cênica do Cássio Scapin (o eterno Nino do castelo Rá-Tim-Bum), mas que não entra em cena. O ator Iuri Saraiva interpreta de maneira mágica o maestro Heitor Villa-Lobos e divide o palco com os jovens cantores e músicos da escola municipal de música "Opera Studio".

O programa leva o público a uma viagem por momentos da vida de um dos maiores ícones da música erudita brasileira de maneira leve e divertida (tudo isso em uma hora, aproximadamente), desde quando Villa-Lobos ganhou seu primeiro violoncelo aos seis anos de idade até seu reconhecimento internacional, passando por suas explorações de sons em viagens por todo o Brasil e sua contribuição para a Semana de Arte Moderna, com destaque para sua admiração pelo alemão Johann Sebastian Bach (a sinopse que reproduzi neste parágrafo tirei do programa do espetáculo).
Agora, imagina levar a molecada para curtir tudo isso num dos prédios mais icônicos da cidade de São Paulo!!!!! Eu fui sozinho e amei... Me emocionei em várias partes, não só quando entrava terchos de alguma bachiana, mas também do rico repertório das modinhas e cantigas de roda que o maestro recolheu nas suas viagens pelo nosso país.
Ah, é importante lembrar que a apresentação começa no saguão do Municipal, ao meio dia, em ponto. Por isso, ao entrar no teatro, fique aguardando naquele local, junto à escadaria. Depois é que o corpo de atores e músicos se dirigem para o palco.
Recomendo para TODAS as idades... Mágico, fascinante!!!!
Novas apresentações nos dias 05/05, 02/06 e 04/08.

Serviço;
Theatro Municipal de São Paulo
Praça Ramos de Azevedo s/nº
Exclusivamente nos sábados de 05 de maio, 02 de junho e 04 de agosto, às 12h.
Ingressos entre R$ 5,00 e R$ 30,00.
Indicação livre
Fone: (11) 3053-2100 - Próximo ao metrô Anhangabaú - centro - São Paulo (SP)


quinta-feira, 19 de abril de 2018

Colégio Mater Amabilis em Brotas e Barra Bonita


Neste final de semana os alunos dos sextos anos do Colégio Mater Amabilis vão mais uma vez participar de atividades de aprofundamento do seu conhecimento, sociabilização e recreação no Brotas Ecoresort (acampamento Peraltas), em Brotas.
Temas pedagógicos envolvendo o meio ambiente, astronomia, geologia, agroeconomia, entre outros, serão discutidos "in loco" com o olhar direto sobre o objeto de estudo.
A riqueza desta interação com a natureza, com outras culturas e com realidades bem diferentes do seu cotidiano (como aquela encontrada no interior do nosso estado) é fundamental para o crescimento dos alunos.
Também será feita uma navegação pelo Rio Tietê na cidade de Barra Bonita, com eclusagem...
Navegar por um rio que é o símbolo de São Paulo, com uma qualidade de água melhor do que aquela que encontramos na região metropolitana da capital é uma experiência única...
Já foram passadas as dicas do que levar, mas sempre é bom relembrar que há a necessidade de roupa de cama e banho, repelente e protetor solar, além dos remédios de uso contínuo (caso esteja fazendo uso). A carteirinha convênio também é importante (a original), mas lembramos que o nosso grupo conta com seguro viagem da GTA (além de assistência médica no próprio resort).
Para o embarque é obrigatória a apresentação do RG ORIGINAL (seguimos o que é determinado pelas agências reguladoras de transporte no estado e país).
O site do cptec.inpe não prevê chuvas para o período que estaremos lá, mas coloca temperaturas entre 14ºC e 26ºC, por isso vale a pena colocar aquele agasalho mais levinho para a noite.
E, até sábado, lá no colégio... 

quarta-feira, 28 de março de 2018

Centro de Memória do Circo


Ontem, dia 27 de março, foi comemorado o "Dia do Circo"...
Não há como lembrar dos famosos bordões como o "respeitável público, vai começar o maior espetáculo da Terra" ou "hoje tem marmelada? Tem sim senhor"...
De fato, o circo tradicional, única diversão genuína para toda a família, que circulava pelas pequenas cidades do interior do país, há décadas, praticamente não existe mais.
As principais famílias que tinham a sua trupe, com artistas variados, já se desfizeram do seu patrimônio e aquelas que ainda resistem estão bem descaracterizadas. Hoje, a imagem do circo moderno está associada à pirotecnia e tecnologia dos "Soleils" da vida... Não que eu não curta. Pelo contrário, aprecio bastante tanto que já fui em alguns dos caríssimos espetáculos que já aconteceram em São Paulo. Mas, aquela lona surrada que era montada na minha cidade natal, quando eu era criança, traz uma lembrança mágica, que até faz os "olhos suarem"...
lembro quando acontecia o desfile de artistas pelas ruas, com as carretas buzinando e a trupe fazendo estripulias e distribuindo balas e cortesias para as pessoas. Pareciam extraterrestres, que tinham sido deixados por uma nave-mãe e que nos convidavam para conhecer o mundo deles.
Eu morava em um bairro novo, de periferia, com muitos terrenos vazios e sempre um deles era usado para erguer toda a estrutura. Então, acompanhávamos todo o processo de montagem, as técnicas de subir a lona, os trabalhadores que depois identificávamos no picadeiro delineando a sua respectiva arte, os trailers enferrujados e até alguns ensaios que eram feitos do lado de fora.


Um espetáculo só não era suficiente... Queríamos ir em vários, pois a beleza das contorcionistas, a força dos trapezistas, a barulheira infernal dos motociclistas no "globo da morte", a lucidez da palhaçaria e até mesmo as apresentações musicais de duplas caipiras me marcaram muito (a primeira vez que vi o Elvis Presley ao vivo foi em um destes momentos, mesmo anos depois dele já ter morrido). Hoje sou favorável à abolição do uso de animais em espetáculos, mas confesso que a primeira vez que vi ao vivo (na realidade semi-vivos, infelizmente) leões, elefantes e camelos foi em um circo. Me deixaram impressionados e o estalar dos chicotes já nos incomodava muito naquela época, tanto que ao tentar ensinar os truques aos nossos cachorrinhos, imitando o que era feito lá, jamais usávamos a mesma crueldade dos domadores (já havia muita sensibilidade e empatia da nossa parte, mesmo na tenra idade), tanto que os nossos pets nunca nos obedeciam e rendiam várias gargalhadas e brincadeiras.
Vinham companhias grandes, mas as que mais nos divertiam eram as pequenas. Uma delas que me marcou muito foi a dos irmãos Aritana. Estrutura surrada, com artistas mambembes que apresentavam vários personagens ao longo do espetáculo e palhaços engraçadíssimos. Os seus protagonistas ficavam no comércio do bairro e, sem maquiagem, ficávamos ao lado, tentando chamar a sua atenção.
Por tudo isso, pela magia da sua arte, me sinto diferenciado na minha sensibilidade atual, respeitando muito todos eles, que sempre lutaram com muita dificuldade para a sua manutenção.




Para quem gosta tanto quanto eu e tem tantas lembranças também, há um espaço ultra legal e pouco conhecido na cidade de São Paulo, que é o Centro de Memória do Circo (eu chamo de "museu do circo", rsrs).
Está localizado na Galeria Olido, bem no centrão da cidade, ao lado da galeria do Rock, no Largo do Payssandu.
Ele foi inaugurado em 2009 e é mantido pela prefeitura, vinculado á Secretaria Municipal de Cultura. Foi montado à partir da doação do acervo dos circos Garcia e Nerino, além da coleção de Verônica Tamaoki.
Ele está dividido em duas áreas, uma no térreo e outro no primeiro andar, com muitas maquetes, depoimentos, figurinos, dados históricos (em uma super didática "linha do tempo") e até mesmo uma lembrança ao Café dos Artistas, que funcionava ao lado da galeria e reunia artistas diversos (inclusive circenses) nas décadas passadas, sempre as segundas-feiras (dia que não havia espetáculos, é óbvio).
Já visitei muitas exposições na minha vida, mas poucas conseguiram mexer tanto comigo... Lágrimas de alegria e saudosismo desciam no meu rosto. Foi único.
Super recomendo a qualquer um que tenha vivido uma infância rodeada das histórias e descobertas proporcionadas pela arte do picadeiro... Sublime.
Fica na Galeria Olido, na Avenida São João, 473, Centro, São Paulo (SP).
Funciona de quarta à segunda-feira das 10h às 20h (no final de semana abre às 13h).
Gratuito. Fone: (11) 3397-0177.
Aos pesquisadores tem um acervo de figurinos, cenários e outros adereços que não estão expostos, mas que podem ser visualizados á partir de um agendamento prévio.









terça-feira, 20 de março de 2018

Maria Eduarda


Ontem, último dia do verão, 19 de março de 2018, dia de São José para os católicos, nasceu mais uma sobrinha, a Maria Eduarda, ou simplesmente Dudinha... Filha do André e da minha irmã Érica, irmãzinha do Gabriel, é a caçulinha da família.
Com três quilos e meio, veio cheia de saúde e vivacidade, trazendo muita alegria para toda a família.
Já mobilizou a todos que, em caravana, dirigiram-se ao Hospital São Joaquim para dar um "oi" para esta pisciana linda!!!!
Seja bem vinda minha sobrinha (e afilhadinha)...
Já te amávamos antes de nascer.
Maria Eduarda, você já nasceu abençoada...
Só não caia na lábia da sua mãe de torcer para o São Paulo, rsrs... De resto pode gostar de tudo o que te será oferecido por esta família maravilhosa e comunicativa, que te ama muito.
E serás mais uma integrante para a turminha da bagunça da Isa e do Bibi...