Via Franca

Via Franca
Mostrando postagens com marcador Petar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Petar. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Colégio Mater Amabilis no Petar 2019

A viagem de estudo do meio para o Petar já se aproxima e os alunos já estão arrumando a bagagem para aproveitar bem aquele paraíso de cavernas, cachoeiras e Mata Atlântica.
Sempre é bom lembrar a todos para entregar na escola a ficha médica com as suas informações de saúde, colocar na mala repelente e protetor solar, além dos medicamentos de uso contínuo.
É obrigatório portar o RG ORIGINAL (nada de cópias). Vale a pena levar também a carteira original do convênio médico, se tiver.
Vamos ficar na Pousada Mata Atlântica e necessita-se levar roupa de cama e banho, pois como o bairro da Serra (onde ela está localizada) não possui grande capacidade de tratamento de efluentes (esgoto) evitamos um maior impacto na região, levando os nossos próprios lençóis, fronhas e toalhas.
Não esqueçam também dos itens de higiene pessoal...
Para as cavernas e trilhas do parque, recomenda-se tênis e roupas que possam molhar (geralmente tactel, "dry fit") e que tenham uma secagem mais rápida. É proibido o uso de bermudas, shorts e camisetas sem mangas (cavadas) para adentrar nas cavernas, então fiquem atentos a isso. Ah, e não se esqueçam de levar roupa confortável e quente para as noites mais frescas da região. Sacolas tipo "zip" para acondicionar as roupas molhadas também são de grande serventia.
Muito cuidado com o tipo de tênis para o uso no parque e nas trilhas, pois não pode ter um solado impróprio para pisos escorregadios. Um boné (principalmente para a sexta-feira, no quilombo) e uma boa mochila também são importantes. No sábado vocês carregarão o lanche, água, toalha e o que mais for preciso dentro dela.
Levar também capa de chuva. Se for descartável pelo menos duas delas.
Os capacetes já vem com lanterna, mas pedimos também que levem uma de mão, com pilhas sobressalentes.
Os celulares praticamente não possuem sinal em boa parte da nossa viagem, por isso caso queiram contato com os alunos (somente para os pais/responsáveis) o telefone fixo da Pousada Mata Atlântica é (15) 3556-1552 (o aluno só vai conseguir fazer chamadas a cobrar).
A voltagem no local é 110 V.
Se alguém quiser levar algum dinheiro, ele poderá ser usado nos restaurantes de estrada e na compra de algum item extra na pousada (todas as refeições entre o almoço de sexta-feira e o almoço de domingo já estão incluídos no pacote).
Como já sabemos o Petar está em uma região de Mata Atlântica e clima úmido (chuvoso), por isso é importante levar um agasalho e também capa de chuva.
Consultando o site do cptec/inpe, verifiquei que as temperaturas no final de semana oscilarão entre 16ºC e 35ºC, mas com um ligeira queda na temperatura máxima no domingo (já no nosso retorno), que ficará em torno de 23ºC. Há previsão de chuva moderada no domingo também.
Bom, organizem bem a sua bagagem e até sexta-feira, no colégio...


sexta-feira, 8 de junho de 2018

Roteiro de viagem do Colégio Mater Amabilis


Na véspera da viagem para o Alto Ribeira dos alunos dos oitavos anos do Colégio Mater Amabilis cabe uma pequena lembrança do nosso roteiro, até mesmo para ajudar na organização dos pais e responsáveis.
A nossa saída, amanhã (dia 09 de junho) será às 7h, mas como é praxe, procurem chegar com alguma antecedência. Inclusive, em sala, pedimos para os alunos estarem no colégio por volta das 6h30, pois o embarque deles e das bagagens é um pouco demorado.
Vamos fazer uma parada no restaurante "O Fazendeiro", em Miracatu ou no Graal de Registro (Ouro Verde). Dependemos da fluidez do trânsito na saída de São Paulo e na Serra do Cafezal (que já encontra-se toda duplicada). O objetivo é parar para uso de banheiro e lanchonete com duas horas e meia de viagem para dar mais conforto aos alunos.
A previsão de chegada na pousada é por volta das 12h30, mas também dependemos do horário que conseguiremos sair de Guarulhos e do tempo da parada (não pode ser maior que 20 minutos) para cumpri-la.
Chegando na Pousada das Cavernas, o grupo entrará nos quartos, vai colocar a roupa para a caverna molhada (Alambari de Baixo) e vamos almoçar (nas refeições há suco e água incluídos). Pretendemos sair para a atividade às 14h (este núcleo é próximo da pousada).
Como a previsão é de calor no sábado à tarde, o boia-cross será feito após a saída da caverna, já que todos estarão molhados. O final do trecho de boia é exatamente na entrada da pousada, o que facilita a distribuição dos alunos para banho e jantar. Nesta noite, de sábado, pretendemos fazer uma conversa informal ao redor de uma fogueira.
No domingo, após o café da manhã, vamos até o Núcleo Santana, com proposta de visitação às cavernas de Santana e Água Suja (talvez, dependendo da disposição do grupo, uma entrada na gruta do Morro Preto).
Já na segunda-feira, após o café da manhã, faremos o check out e vamos até o Quilombo de Ivaporunduva, com várias atividades no local e almoço. retornaremos para Guarulhos por volta das 15h, com uma parada no Graal Petropen.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Final de semana no Petar (Colégio Mater Amabilis)


Como prometido, segue esta postagem com alguns lembretes para o grupo dos oitavos anos do Colégio Mater Amabilis, de Guarulhos, que vai para a região do Alto Ribeira, neste final de semana.
Em primeiro lugar é muito importante lembrar que o documento válido para embarque e viagem é o RG (tem que ser o ORIGINAL, não pode ser cópia).
Também não se esqueçam de levar roupa de cama e banho, pois a estrutura de tratamento de esgoto na região é muito limitada, daí a necessidade de evitarmos ao máximo mais um impacto na lavagem destes materiais na própria pousada (cada um leva o seu jogo de lençóis e toalhas).
Sempre que nos deslocamos para uma área como o Petar, com mata nativa e úmida, devemos levar roupas apropriadas (não é permitido entrar nas cavernas com bermudas ou camisetas cavadas, sem manga), por isso sempre recomendo tecidos mais leves que secam bem rapidamente (como o tactel), tênis fechados e confortáveis com solado antiderrapante (de preferência de borracha) e uma mochila pequena para levar o seu lanche, água (pode ser aquelas garrafinhas descartáveis de 500ml), repelente, protetor solar, capa de chuva e um agasalho. Quem quiser também pode levar uma roupa extra para trocar, caso precise. Se não possuir uma mochila impermeável, leve sacos plásticos (tipo "ziplock") para proteger os itens que não podem ficar úmidos.
Os grupos do colégio sempre saem com um seguro viagem (da GTA), mas sempre recomendamos levar a carteira de convênio médico original. Não esquecer também de medicamentos de uso contínuo (que devem ser tomados nesta viagem), com a recomendação de dose e horário para que os professores e monitores possam lembrar aos alunos.
O sinal de telefonia celular é muito ruim lá nos arredores do parque, então disponibilizamos o número fixo da Pousada das Cavernas para contato com o grupo: (15) 3556-1496. Geralmente é melhor ligar após às 19h no sábado e no domingo (saíremos na segunda-feira, após o café da manhã para o quilombo que também não tem sinal bom para celular).
Há uma pequena cantina na pousada, além de artesanato no Quilombo de Ivaporunduva, por isso caso algum aluno queira levar dinheiro, pode ser usado nestes lugares ou nos restaurantes de estrada (todas as refeições estão incluídas no pacote, desde o almoço de sábado até o almoço de segunda-feira).
Segundo o site do cptec inpe (www.cptec.inpe.br) há previsão de chuva apenas para o domingo à noite e parte da segunda-feira (lembrar da capa de chuva), com oscilação de temperatura entre 5ºC e 22ºC. Como vai esfriar durante a noite, recomendo reforçar os agasalhos e pijamas. A maior parte das atividades com água (caverna de Alambari de Baixo e boia-cross) serão feitas no sábado que será mais quente e sem previsão de chuva.
Bom, garanto que será uma viagem muito positiva tanto na aquisição de conhecimento, conscientização ambiental, sociabilização e enriquecimento cultural... Bora lá, arrumar as malas e segurar a ansiedade, rsrs...
Qualquer dúvida, entrem em contato comigo (98381-3638).

terça-feira, 14 de junho de 2016

Roteiro de observação para o PETAR



Estudo do meio no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR) do Colégio Companhia de Maria (COMPA)

A distância entre o Colégio Companhia de Maria e o Bairro da Serra em Iporanga (SP), onde está localizado o Petar é de 340 km.
Saindo da cidade de São Paulo o ônibus seguirá pela Rodovia Régis Bitencourt (BR-116) até o município de Jacupiranga. Daí vamos pela SP-193, Rodovia Benedito Pascoal de França, Rodovia Antônio Honória da Silva até a cidade de Iporanga onde pegamos a Estrada do Ouro Grosso – Tolado do Rio, até o Bairro da Serra.
(fonte www.nucleoterra.com.br)
No caminho entre a capital e o Petar podemos observar uma mudança radical da paisagem. Vamos sair de uma área intensamente urbanizada, com intensa ocupação do espaço para outra características bem distintas.
No caminho, inclusive, podemos verificar obras da finalização da duplicação da BR-116, no estado de São Paulo.
Quais as mudanças de paisagem que mais chamam a atenção? Como flui o trânsito no pequeno trecho de pista simples (não duplicada) na Serra do Cafezal? Como é o fluxo de veículos que circulam pela rodovia principal? Existem muitos caminhões (transporte de carga) na BR-116. Por que acontece este excesso de veículos pesados? Há mudança de intensidade de fluxo nas outras rodovias depois do município de Jacupiranga?
A grande São Paulo se destaca pela grande concentração de indústrias, comércio e de empresas de prestação de serviços. Já no caminho do Petar, podemos notar que mudam significativamente as atividades econômicas das cidades.
Que tipos de atividades predominam? A agricultura é bem diversificada? Podemos comparar com outras práticas agrícolas e produtos de outras regiões do interior paulista? Que impactos ambientais e socioeconômicos provocam na região?
Inclusive, o Petar está localizado em uma das áreas mais pobres do interior de São Paulo (e até mesmo do país), conhecida como Vale do Ribeira. O seu IDH é de 0,69 considerado o mais baixo do estado de São Paulo (só para comparar os números do Maranhão e Alagoas, os mais baixos do país giram em torno de 0,63).
Procure pensar nas causas e consequências dos baixos índices socioeconômicos do Vale do Ribeira? Esta característica influenciou na ocupação e na paisagem da área? Como podemos associá-la à grande preservação da vegetação que existe hoje na região? Inclusive, existem um grande contínuo de Mata Atlântica preservada no Petar e em outros parques como Intervales, da Caverna do Diabo, Carlos Botelho e da Serra do Mar. Que impacto esta grande área de conservação natural causa na região? Você é a favor da continuidade destas áreas? Como a aprovação da lei de “concessão de exploração pela iniciativa privada de 25 parques estaduais” pode afetar as áreas preservadas do nosso estado (pesquise mais sobre isso)? Mesmo com o rígido código florestal, estes parques correm riscos? Quais as principais ameaças? O que pode ser feito para protegê-los melhor?

Antes de chegar na cidade Iporanga, vamos parar e conhecer a Comunidade quilombola de Ivaporunduva, que possui cerca de 300 pessoas, localizada no município de Eldorado. Apesar de existir, segundo relatos, desde o século XVI, só foi reconhecida como quilombo em 1997. Quais as implicações diretas em ser uma comunidade quilombola? Como foi formada a comunidade? Como os seus habitantes lidam com as questões ambientais e culturais? O que mais te chamou a atenção no contato e nas atividades desenvolvidas no quilombo? Faça uma comparação do estilo de vida da comunidade com aquela que você e seus familiares possuem. Procure estabelecer semelhanças e diferenças entre a forma de viver e se relacionar com as outras pessoas (familiares, vizinhos, amigos, etc). Lembre-se que tanto você quanto eles estão no estado mais rico do país e com toda a evolução tecnológica do século XXI.
Já ao adentrar o parque, dê uma boa observada no seu entorno. Que tipo de estrutura geológica e relevo predominam na região? Quais os agentes que atuaram mais no modelamento do relevo da região? Há uma boa estrutura para recebimento de turistas e estudantes no Petar? Que diferenças você notou com outros parques que visitou (mesmo na cidade de São Paulo)? Se você já teve a oportunidade de sair do país e conhecer outras áreas de preservação, faça uma comparação entre o que você viu aqui e no país que passou.
Existem mais de 300 cavernas, onde somente algumas delas estão abertas à visitação.
Vamos conhecer as mais expressivas e próximas da sede. Daquelas que o nosso grupo conseguiu entrar, você viu semelhanças físicas entre elas? Pense nas sensações que teve ao entrar nas cavernas. Procure comparar o que sentiu, explorando todos os sentidos, com outros lugares exóticos que tenha conhecido (ou então, procure lembrar-se do que você imaginou que sentiria ao entrar em alguma delas). Existem experimentos científicos de pessoas que ficaram meses isolados em uma caverna para ver a reação do seu organismo quanto à qualidade de sono, confusão mental, desajuste do relógio biológico entre outras coisas. Na década de 60, inclusive a própria NASA usou este tipo de experiência para ajustar o trabalho com astronautas que iriam para atividades espaciais (importantes inclusive, para a chegada dos seres humanos na Lua, em 1969).
O seu grupo fez um “apagão” dentro da caverna? Descreva a sensação da escuridão total (na zona 3) e converse com outras pessoas sobre isso.
Agora, a formação de grutas, cavernas ou lapas é fruto de um intenso processo de erosão e intemperismo. E muitas delas possuem formações bem curiosas conhecidas como espeleotemas.
Estalactites, estalagmites, helictites, travertinos, cortinas, ninhos de pérolas, colunas, entre tantas outras são um convite para atiçar o nosso imaginário sobre a sua formação e composição. Tente pensar no processo que resultou na formação de cada uma delas e depois compare com as informações passadas pelos guias e professores...  Qual é o grau de preservação do interior das cavernas? Existem flora e fauna no seu interior? Quais os tipos de animais que são comuns nas três zonas de iluminação de uma caverna? Você encontrou algum deles nas grutas que adentramos? 

E, lembre-se que o elemento humano que habita o Vale e o Alto do Rio Ribeira do Iguape é um diferencial na relação que existe entre o cultural e o natural da região.
O seu imaginário, as histórias que sempre permearam a sua memória e o seu cotidiano, a relação com a natureza, o passado de lutas e a indefinição do seu futuro marcam o caboclo que vive nestas paragens.
O habitante do entorno do Petar possui características bem distintas daquele que vive nos grandes centros urbanos. O que ainda o mantém na região? Quais as suas carências e riquezas? E qual a sua importância na preservação de toda esta riqueza natural e cultural encontrada neste lugar?
Lembre-se que um estudo do meio tem como objetivo a troca de experiências com os habitantes do local e a sensibilização em relação ao meio natural e social encontrado.
“A verdadeira viagem de descoberta não consiste em procurar novas paisagens, mas em ter novos olhos” (Marcel Proust).

Roteiro do COMPA para o Petar



Roteiro – Colégio Companhia de Maria

 Dia 15 de junho (quarta-feira)
- saída do colégio (7h)
- almoço no quilombo de Ivaporunduva (12h)
- palestra na igreja do quilombo
- oficina de caça e pesca
- plantas medicinais
- plantio de banana orgânica
- saída do quilombo para o Bairro da Serra (17h30)
- check in na Pousada das Cavernas (19h)
- jantar (19h30)
- conversa com os professores do colégio e da Via Franca Turismo (21h)
- descanso - recolher (22h30)

Dia 16 de junho (quinta-feira)
- despertar (6h30)
- café da manhã (7h)
- saída para o núcleo Santana do Petar (7h45)
- visita às cavernas de Santana, Água Suja e Couto
- lanche de trilha (no período “entre cavernas”)
- banho de rio e cachoeira do Couto
- mirante
- retorno para a pousada
- jantar (19h30)
- Fogueira, violão e bate papo
- descanso – recolher (22h30)

Dia 17 de junho (sexta-feira)
- despertar (6h30)
- café da manhã (7h)
- saída para o núcleo Ouro Grosso (8h)
- caverna Alambari de Baixo
- boia-cross
- retorno para a pousada
- almoço (13h)
- check out na pousada (14h)
- retorno para São Paulo
- horário previsto para chegada no colégio (21h)

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Previsão do tempo para os próximos dias no Petar

Nesta quarta feira os alunos do Colégio Companhia de Maria vão para o Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR).
Sairemos do colégio às 7h da manhã e vamos fazer uma parada na comunidade quilombola de Ivaporunduva, onde os seus integrantes nos receberão com um deicioso almoço. E no mesmo dia, no comecinho da noite, chegaremos na nossa pousada no Bairro da Serra, em Iporanga.
Como serão dois dias nos núcleos Santana e Ouro Grosso, com trilhas, cachoeiras, rio e muitas cavernas é muito importante dar uma olhadinha no site do Inpe (www.cptec.inpe.br) para conferir se o frio será mesmo tão intenso como estamos passando agora na capital.
Pela previsão, não há possibilidade de chuva em nenhum dos três dias que estaremos no vale. Quanto à temperatura, a máxima de quarta-feira será de 21ºC.
Já na quinta-feira (dia que iniciaremos o tour pelas cavernas) a temperatura vai oscilar entre 10ºC (durante a madrugada) e 24ºC, ou seja, o Sol vai esquentar o dia, lá no PETAR.
E na sexta-feira, dia 17, onde vamos entrar na gruta Alambari de Baixo e finalizar com um boia-cross, a temperatura vai ficar entre 13ºC e 23ºC.
É claro que após se molhar, sempre recomendo que o aluno troque a sua roupa por uma outra seca, que ele será
orientado para levar na mochila.
Então, além do repelente, protetor solar (sim, é preciso levar protetor) e água, é importante levar uma troca de roupa e toalha. E mesmo que não faça frio, um moletom também é bem vindo.
De resto, é só esperar muita aventura, camaradagem e aprendizado neste estudo que sempre traz boas recordações para quem o vivenciou.
E até quarta-feira... 

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Sugestão do que levar para o Petar na viagem do Colégio Companhia de Maria

Veja abaixo uma lista com itens que recomendamos que você leve na sua viagem ao PETAR para os alunos do COMPA (Colégio Companhia de Maria):

Para a pousada:
·    Itens de Higiene Pessoal;
·    Toalha para uso na piscina;
·    Sandálias;
·    Cobertor (caso queira ou seja alérgico);
·    Roupas de cama e banho serão fornecidas pela pousada.

Para uso nos passeios:
·    Roupas que possam molhar. Calça comprida e camiseta com manga. De preferência para calças de tactel, pois secam rápido (não é permitido bermudas e camisetas regatas, sem mangas, nas cavernas);
·    Agasalho (a sensação térmica em algumas cavernas pode chegar a 15ºC);
·    Roupas de banho;
·    02 pares de calçado que possam molhar (antiderrapante);
·    Toalha pequena;
·    Protetor solar e repelente;
·    Recipiente (cantil) para água ou uma garrafa descartável;
·    Capa de chuva ou Anorak;
·    Sacolas tipo “zip” para armazenar itens que não possam molhar;
·    Remédios de uso contínuo, com receita ou indicação de uso;
·    Mochila pequena para transportar todos esses itens;
·    Lanterna com jogo extra de pilhas (já está incluído este item no pacote, mas recomendamos levar uma extra).
Como é a região (clima, vegetação, mosquitos)?
·    Clima úmido (chuvoso) e quente. Mas, no inverno, chega a gear em determinados dias;
·    Vegetação – Mata Atlântica de Encosta;
·    Insetos – há em pequenas quantidades, não chega a causar incômodos, se for alérgico levar anti-histamínicos.

Celulares: no bairro, onde estamos localizados o sinal é muito ruim. Na pousada praticamente não há sinal.  
Levar RG ORIGINAL (não há possibilidade de embarque sem ele ou com cópia, mesmo que autenticada) e carteira do convênio original.
Algum dinheiro para despesas extras (na própria pousada ou em restaurantes de estrada).

O telefone da Pousada das Cavernas é (15) 3556-1496.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Petar - Parque Estadual Turístico Alto do Ribeira

O Parque Estadual Turístico Alto do Ribeira (ou simplesmente Petar, como é conhecido) fica um pouco mais de 300 Km distante da cidade de São Paulo, nos municípios paulistas de Iporanga e Apiaí, quase na divisa com o estado do Paraná e é uma das mais antigas unidades de conservação do nosso estado (o parque foi criado em 1958).
Tem mais de 35 mil hectares (75% no município de Iporanga) e para quem não tem noção desta medida, entenda que é "bem grande", mas ainda insuficiente para preservação do rico patrimônio natural e espeleológico da região do montante do rio Ribeira do Iguape e adjacências.
Possui vários trechos de Mata Atlântica primária e outros tantos recuperados de antigas fazendas e terras devolutas. A vegetação do local é extremamente diversificada, rica em espécies, que variam desde árvores de tamanho considerável, como as canelas e os cedros, palmeiras (como a juçara) e as lindas e exóticas epífetas (bromélias, orquídeas e lianas). Trilhas bem seguras e sinalizadas conduzem os visitantes pela mata até os rios de águas cristalinas e cachoeiras que cortam a região.
A fauna também é muito rica (inclusive, de pernilongos e mosquitos, rsrs, o que recomendo ir bem protegido com um bom repelente), variando desde insetos, lindas aves com os seus cantos característicos, anfíbios (alguns que só existem no parque), répteis e mamíferos, como os serelepes esquilos (catinguelês), espécies de primatas como os monos carvoeiros e até mesmo o maior felino brasileiro, a onça-pintada, que encontra na extensão do Petar e de outros parques da região (Carlos Botelho, Jacupiranga e Intervales, entre outros), um contínuo de território necessário à sobrevivência da espécie (até hoje nunca vi nenhuma, já que possui hábitos noturnos, mas já fotografamos pegadas delas).
Pela riqueza da fauna, flora, pelos rios límpidos e cachoeiras refrescantes, já valeria a pena conhecer a região, mas ainda existe um outro atrativo que faz da região um dos lugares mais visitados no nosso estado: o Petar possui mais de 400 cavernas catalogadas pela SBE - Sociedade Brasileira de Espeleologia.
A maioria delas não está aberta ao turismo, mas aquelas que podem ser adentradas já justificam o tempo que levamos para chegar até lá.
A minha preferida é a gruta de Santana, considerada a segunda mais extensa do nosso estado e, com certeza, uma das mais lindas do Brasil. É rica em espeleotemas (as formações que vemos dentro das grutas) como travertinos, estalactites (formações pontiagudas que ficam no teto), estalagmites (similares arredondadas, encontradas no chão), helictites, cortinas, entre tantas outras... A visita dentro desta gruta (que não possui iluminação, nem passarelas, como todas as outras do Petar) demora em torno de duas horas e tem que ser acompanhada de monitor ambiental. Também há um limite máximo de visitantes por dia, exigência do plano de manejo e conservação feito para obter a autorização do IBAMA para a sua visitação.
Outras que eu recomendo no Núcleo Santana são a Água Suja (que apesar do nome é acompanhada de um rio bem limpinho em toda a sua extensão), com direito a um delicioso banho de cachoeira no final do seu trecho turístico, a Gruta do Couto, onde entramos por uma "porta" de 10 metros de altura e saímos por uma estreita abertura, que mal cabe o nosso corpo (alguns grupos fazem o caminho inverso) e Morro Preto.
Já no Núcleo Ouro Grosso, é bem legal a caverna de Alambari de Baixo, que leva uma hora de caminhada por uma antiga estrada com um lindo visual da Serra dos Mota e da Serra dos Camargo, até chegar na sua entrada, que possui 10 metros de altura e 20 de largura (bem grande, por sinal). O trecho interno é bem curto e fácil, mas vale a pena a sua saída, feita no leito subterrâneo do rio Alambari, que varia de 1 metro a 1,5 de profundidade, dependendo das chuvas nos dias anteriores. A saída é bem estreita. No mesmo núcleo há a homônima Gruta de Ouro Grosso, sem muitas formações espeleológicas, mas com um grau de dificuldade maior, com escaladas e muita água.
Existem outros núcleos e cavernas abertas aos turistas, mas que exigem maior preparo físico e disponibilidade de tempo. Sobre elas (como a Casa de Pedra, Terminina, entre outras) vou escrever outro post.
É importante lembrar que a entrada no Parque custa 12 reais por pessoa, que há a necessidade de se contratar guias locais credenciados (um para cada oito pessoas), ter o equipamento mínimo para a visitação (capacetes, lanternas, camiseta com manga, calça comprida e tênis adequado) e muita disposição.
Mas, garanto que você nunca mais verá a natureza com os mesmos olhos depois que voltar do Petar. Há o risco de se contaminar e querer voltar por muitas e muitas vezes, principalmente depois que conhecer o outro elemento extremamente rico da região: o ser humano que habita e cuida do local, representado na figura dos guias e monitores ambientais. Muitas histórias, um bom humor e simpatia ímpares, muita cordialidade e vontade de mostrar toda a riqueza ambiental e humana da área. Já tenho muitos amigos, que sempre faço questão de abraçar quando volto com grupos: o Jura (filho da lenda JJ, um dos primeiros exploradores do local), Ditinho (quilombola com histórias deliciosas), Hudson, Alex, o Preto (da Pousada das Cavernas), entre tantos outros.
Quem quiser também pode visitar os vários quilombos que existem em todo o vale (eu recomendo o Ivaporunduva, que possui melhor infra-estrutura). Ou então, descer o tranquilo Rio Betary em boias (boia-cross).
Inclusive, nós da "Trilha e Imagens" (projeto meu e do fotógrafo Leandro Zermiani) e Via Franca Turismo (a minha agência) estamos sempre na região, com grupos de amigos e aventureiros. O próximo sairá de Guarulhos na noite do dia 11 de março (6ª feira), ficando até o dia 13 (domingo), com retorno após o almoço.
Interessados entrem em contato com leandro@leandrozermiani.com
E vamos a mais uma aventura!!!!!!!!!!!

Observação: foto que ilustra a matéria by Leandro Zermiani (Trilhas e Imagens) e mapa retirado do site da Ecocave.


sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Previsão do tempo para o final de semana no Petar

Mais uma vez, vamos com um grupo de Guarulhos para o Petar (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira), que fica na cidade de Iporanga (SP).
Famoso pelas cavernas, trilhas que cortam uma exuberante e bem conservada Mata Atlântica, cachoeiras e histórias deliciosas, o parque fascina e contagia.
Vamos nos hospedar na Pousada das Cavernas e contar com o apoio da equipe do Jura que conhece a região como se fosse o seu quintal.
A previsão do tempo que retirei do site do Inpe (www.cptec.inpe,br) prevê um final de semana chuvoso e com temperaturas entre 13ºC e 18ºC, ou seja vai fazer aquele friozinho tradicional do local.
Mesmo com estas condições, um passeio pela região é algo mágico. Inclusive, facilita uma boa confraternização no sábado à noite, no restaurante da pousada (quem quiser pode levar uma garrafa de vinho).
Sempre é bom lembrar na hora de arrumar a mala se a lanterna, o repelente contra insetos, a capa de chuva e os medicamentos de uso contínuo estão nela.
Também agasalhos para a noite e outro para o uso durante as atividade no Petar.
E mais uma parceria entre a Via Franca Turismo e o fotógrafo Leandro Zermiani, através da "Trilhas e Imagens".
A última de 2015. Aguardem novos roteiros para 2016...

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Final de semana no Petar

Neste final de semana, mais uma vez, o Colégio Mater Amabilis vai fazer um estudo do meio em uma das áreas mais preservadas do nosso estado: o Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira ou simplesmente PETAR.
Localizado no sul do estado de São Paulo, entre os municípios de Apiaí e Iporanga, o parque conta com uma das maiores extensões de Mata Atlântica primária do país, lindas cachoeiras, além de mais de 300 cavernas.
Além do patrimônio natural, a região também conta com uma grande riqueza cultural presente na figura dos seus habitantes (muitos deles descendentes de quilombolas). Este contato com a história do Vale do Ribeira acontece na integração dos alunos com os guias, que contam com muita sabedoria e conhecimento sobre a área que vamos estudar.
As pousadas ficam no bairro da Serra, bem próximo à entrada dos núcleos Santana e Ouro Grosso, os mais visitados do Parque.
Já há alguns anos o IBAMA deixou a visita às cavernas, mais rigorosa, mas acabou trazendo mais segurança aos turistas e estudantes, além de contribuir significativamente para uma maior proteção ao meio ambiente (principalmente cavernícola).
Geralmente, os grupos preferem o contato com as Grutas de Santana, Couto, Água Suja, Ouro Grosso e Alambari de Baixo (que somente foi autorizada a visitação neste último mês). Mas, existem outras, muitas outras com diferentes belezas e desafios aos "exploradores".
O nosso grupo vai ficar hospedado na Pousada das Cavernas, uma das melhores da região, que não conta com uma boa infraestrutura de hospedagem, mas que é compensada pela simpatia e receptividade dos seus moradores.
Para nossa segurança teremos o apoio da equipe de guias da Parque Aventuras, sob a liderança do experiente Jura.
Espeleologia, geologia, geografia, história, botânica, zoologia e até mesmo o delicioso modo local de se expressar serão trabalhados neste estudo.
Para tanto, sempre é importante lembrar que os alunos deverão levar lanterna, mochila, roupas confortáveis (tecidos sintéticos como o tactel são mais recomendados), protetor solar, repelente, tênis com solado anti-derrapante e muita disposição, rsrs.
Para a pousada também lembro que devem ser levados roupa de cama e toalha, já que a estrutura do bairro da Serra não conta com tratamento de esgoto, por isso quanto mais minimizarmos o impacto do nosso grupo no local, melhor para o meio ambiente (usarmos as nossa próprias roupas de cama diminui a quantidade de efluentes de lavanderia).
Também é importante levar o RG ORIGINAL e a carteirinha de convênio.
Pelo site do inpe (www.cptec.inpe.br) não há previsão de chuva (menos de 5% de chance), mas mesmo assim é melhor levar capa de chuva. Quanto à temperatura, a Mínima fica em torno de 10ºC e a máxima não ultrapassa 25ºC. Portanto, vale a pena caprichar no agasalho e também levar cobertor.
Agora, resta conferir os detalhes da mala e aproveitar mais uma experiência inesquecível, positivamente.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Mater Amabilis no Petar

Hoje, 18 de outubro, por volta das 13h, sairemos do Colégio Mater Amabilis, em direção ao Petar.
É importante lembrar que os alunos terão aulas até 12h05 e depois poderão almoçar para fazer os 340km até a Pousada das Cavernas, no Bairro da Serra, em Iporanga (SP).
A expectativa da nossa chegada é por volta das 19h.
Vale a pena reforçar que não teremos sinal de celular na pousada, por isso o contato com o nosso grupo deverá ser feito através do telefone fixo do local: (15) 3556-1496.
Ficará mais fácil nos encontrar no sábado, depois das 18h. Os alunos poderão entrar em contato com vocês através de "ligações a cobrar".
A previsão do tempo continua muito favorável, com dias sem chuvas (o sol vai aparecer em boa parte do dia), temperaturas máximas que podem chegar a 28ºC e um friozinho típico da região nas madrugadas (mínimas de 13ºC).
Tudo pronto, bem arrumado e expectativa no limite máximo, vamos então ao nosso estudo do meio, com muitas informações e aventura.
Afinal de contas, merecemos...

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Colégio Mater Amabilis no Petar

Neste próximo final de semana, o Colégio Mater Amabilis, de Guarulhos, vai fazer mais um estudo do meio.
Desta vez, os alunos dos oitavos anos foram convidados a conhecer a natureza incrível do PETAR (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira), localizado na região de Iporanga (SP).
vamos visitar algumas cavernas, fazer trilhas pela Mata Atlântica e aproveitar uma excelente possibilidade de aprofundarmos conceitos de sustentabilidade e educação ambiental.
A hospedagem na excelente "Pousada das Cavernas" (que eu sempre recomendo para quem vai até a região) também proporciona uma boa oportunidade de lazer e socialização dos alunos.
O nosso receptivo será feito com a experiente equipe da Parque Aventuras, coordenada pelo amigo Jura e pretendemos conhecer as cavernas de Santana, Água Suja e Ouro Grosso.
Um boia-cross no rio Betary também nos espera...
A previsão do tempo para a nossa estadia é extremamente favorável, com sol todos os dias, além de um calor gostoso durante o dia (a madrugada sempre é fria, na região).
Claro que está bem cedo para uma previsão com muitas chances de acerto, mas já dá para confiar em um bom tempo para o final de semana.
O site do cptec inpe (http://www.cptec.inpe.br) tem um alto grau de exatidão nas suas previsões.
Até a nossa saída (prevista para a sexta-feira à tarde) colocarei mais informações aqui...