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domingo, 9 de dezembro de 2018

Futebolzinho de domingo de manhã


De uns três anos para cá tem aumentado a minha incompreensão sobre determinados comportamentos acarretando, consequentemente, no aumento da intolerância contra certas pessoas e grupos...
Um dos exemplos que me levam a isso pode ser entendido pela observação de uma galera que vem jogar futebol no clube que fica ao lado do condomínio que resido (eu ia escrever "moro", mas sempre que leio esta palavra, me vem um certo sentimento de perseguição na forma de justiça, rsrs)...
Não os consigo entender, juro, pois eles chegam cedo, numa manhã de domingo, abrem mão da convivência com a família para vir jogar bola embaixo de um sol escaldante (até começar o jogo cumprem uma série de protocolos). Inicialmente, em círculo e abraçados, fazem uma oração fervorosa (não sei quem começou este lance de rezar o "pai nosso" em 78 rpm, mas é estranho demais), gritam em uníssono o lema dos três mosqueteiros, aquele "um por todos e todos por um" e com o jogo iniciado começam a disputar lance a lance como se fossem profissionais, como se vivessem do esporte... Simulam faltas e arrumam confusão em lances simples... E, apesar da devoção cristã mostrada anteriormente, xingam, xingam e xingam, sem qualquer pudor ou preocupação com quem esteja assistindo (que, na maioria das vezes, acompanham os palavrões independente da presença de crianças na claque).
Vejo que muitos saem estressados e descontentes (há até agressões físicas em alguns jogos) mesmo que a proposta seja apenas passar uma manhã de domingo jogando uma bolinha com os amigos...
Há sentido nisso?
Tento compreender, mas independente do que a psicologia possa explicar, o que vejo da janela do meu apartamento, me tira a imensa vontade de algum dia estar lá, com eles, procurando um pouco de distração  e diversão com o "jogo bretão"...




quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Show da Céllia Nascimento, em Guarulhos

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Neste sábado, dia 27 de outubro, dando continuidade ao expressivo projeto desenvolvido pelo SOS Mater haverá mais uma apresentação cultural no anfiteatro do Colégio Mater Amabilis.
Dessa vez, às 20h, se apresenta a cantora, atriz e compositora guarulhense Céllia Nascimento, que desde muito jovem já manifestava os seus dotes artísticos (começou como modelo aos 16 anos)...
Dona de um timbre de voz marcante e privilegiado sempre encantou plateias por onde passou e não é diferente neste show atual, intitulado "Nossa história e seus tons".
Em 2011, lançou o show "Raízes" que percorreu várias cidades brasileiras, que retratava a cultura negra com uma produção luxuosa, um repertório bem swingado e uma linguagem corporal de extremo bom gosto.
A conheci pessoalmente no colégio, apresentada pelos amigos Olavo Maciel e Luiz Gerardi e fiquei encantado.
A apresentação terá a sua renda revertida para a Associação Rosa Baiana...
Eu e muitos amigos estaremos presentes!!!! Os ingressos podem ser adquiridos no próprio colégio (haverá venda também na porta, antes do início do espetáculo) ou antecipados no site  https://www.sympla.com.br/cellia-nascimento-no-show-nossa-historia-e-seus-tons__388663
O Colégio Mater Amabilis fica na Rua Josefina Mandotti, 158, no Jardim Maia (próximo ao centro da cidade), em Guarulhos (SP). Mais informações pelo fone (11) 3809-2011 ou 3809-2045.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

"Ubu Rei" em Guarulhos

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Em continuidade ao projeto de apresentações socioculturais, o SOS Mater traz para o anfiteatro do Colégio Mater Amabilis a peça "Ubu Rei" com a Cia Pimentardida, aqui mesmo de Guarulhos (inclusive, o professor Luiz me disse que o nome é uma referência ao bairro dos Pimentas, local de origem da trupe).
Como nos dois espetáculos anteriores, os convites serão vendidos a R$ 40,00 mas TODOS terão acesso a meia entrada (R$ 20,00). Eles podem ser adquiridos a partir de quarta-feira no SOS Mater Amabilis.
"Ubu Rei" foi escrito por Alfred Jarry há mais de 130 anos e mostra a ambição desmedida de um personagem despido de pudor que deseja criminosamente apossar-se do poder (sim, façam analogias a nossa história recente, é inevitável).
Mais atual, impossível...
A apresentação única acontecerá no dia 15 de setembro às 20h.
O Colégio Mater Amabilis está localizado na Rua Josefina Mandotti, 158, em Guarulhos (SP).

sábado, 28 de julho de 2018

Mudanças radicais


Vim de uma viagem de duas semanas pelo interior dos Estados Unidos, tendo como base, principalmente, a cidade de Denver no Colorado.
Observei um sistema eficiente de deslocamento, onde pedestres, bicicletas, carros (que são muitos) e ônibus dividem harmoniosamente o espaço público. Senti-me seguro, mesmo me deslocando "madrugada à dentro" e hospedando-me em um hostel em plena área de consumo de drogas na cidade. Vi uma grande quantidade de museus e espaços culturais, em que haviam espaços para interatividade do público, majoritariamente infantil e adolescente, nas suas instalações (pelo menos naquele que entrei).
Praças bem cuidadas, com ajardinamento impecável, tanto no centro quanto na periferia (rodei bem pelas áreas suburbanas de Denver). Inclusive, no seu centro cívico, centenas de "homeless" dividiam o espaço dos jardins com diversas famílias, sem nenhum conflito aparente.
Observei várias bibliotecas também, mesmo a cidade sendo bem conectada pela rede de internet sem fio.
Várias quadras esportivas, bem cuidadas e ocupadas constantemente pelos moradores dos arredores. Uma delas, incluisve, me chamou a atenção por ocupar de maneira criativa um terreno "quase em L".
Haviam também muitos bares, restaurantes variados e cervejarias de produção artesanal e local. Uma rua é sempre fechada no sábado à noite para ser ocupada por mesas e clientes de diversos restaurantes do local (a Laramie st.). Também há um ônibus gratuito (isso mesmo gratuito) que percorre toda a rua 16, finalizando o seu trajeto na Union Station, uma estação de trens com terminal de ônibus agregado. Neste ônibus GRATUITO circulam não só executivos, famílias de turistas e trabalhadores em geral, os "homeless" o usam também para fazer o seu deslocamento. Sem conflito algum, sem constrangimento para ninguém... Há também diversos banheiros públicos espalhados pela cidade. alguns deles são móveis, funcionando dentro de carretas que se movimentam para atender a demanda que varia muito conforme os vários dias da semana.


Os grandes centros de compra (estilo shopping center) estão fora da área central ou mais povoada, na periferia mesmo, impactando menos as áreas de maior concentração de pessoas.
Não usei o sistema de saúde, mas vi um morador de rua caído no chão, provavelmente embriagado, e três paramédicos com uma ambulância prestando atendimento a ele.
Vi bem poucos policiais na rua, mas como disse anteriormente me sentia muito seguro.
Poderia escrever uma resma de folhas a respeito do que vi e me impressionei nesta cidade de mais de 700 mil habitantes (um pouco maior que Ribeirão Preto, no interior paulista), mas o que me motivou a redigir este post foi a maneira como os seus cidadãos respeitam-se a si mesmos e ao espaço coletivo. Fiquei impressionado, pois mesmo tendo uma relativa leitura sobre o interior dos Estados Unidos, criei um esteriótipo do "americano comum" (não vou entrar em questões políticas e econômicas) que foi foi quebrado nesta viagem.
Daí, fiz a transferência destas impressões com o que vivemos nas cidades médias e grandes do Brasil.
Tomo por base, Guarulhos... Uma das maiores economias do estado (quiçá do país) praticamente abandonada pelo poder público há várias gestões e com uma população que não tem o mínimo de compreensão do seu papel para reverter este quadro.
Não temos ciclovias, o transporte público é caro e de péssima qualidade, hospitais e escolas públicas carecem de melhor estrutura e atendimento, tem um dos piores índices de violência e criminalidade do estado, quase não há espaços de esporte, lazer e cultura (principalmente na periferia) e é um dos pontos de maior concentração de favelas e moradias de baixa salubridade do país.
E o que me espanta mais é que a sua população não busca melhorias e soluções para problemas gritantes de infraestrutura. sequer há um senso de coletividade, uma noção da importância da convivência entre os próximos.
Penso que, se tivesse uma maior consciência coletiva, onde as pessoas enxergassem o espaço público, a cidade, como extensão das suas casas, teríamos uma urbe mais eficiente e justa. O ódio de classes, as rivalidades políticas, a ojeriza de certos grupos ficariam em segundo plano se a cidade fosse, de fato, ocupada por todos os seus moradores. Guarulhos não pertence a meia dúzia de famílias... As áreas centrais não são de uso restrito de uma classe específica!!!
Conviver, ocupar espaços comuns, trocar experiências e vivências é necessário para o crescimento social. Isso tudo deveria começar na família e ter na escola, na educação um reforço para a cooperação e convivência sem restrições, exclusões ou intolerância.
A cidade é de todos, sem exceção.
Temos que fazer uma verdadeira revolução para que as próximas gerações possam conviver em uma cidade inclusiva, mesmo que tenha ainda variações sociais gritantes. Cabe à sociedade estabelecer esta mudança e também esta concepção de ocupação do espaço urbano.
E, para mim, deve vir da periferia, como num fogo colocado em um terreno, da lateral para o centro, protegendo com um aceiro aquilo que não tem que ser "incendiado", que é a Serra da Cantareira, a nossa riqueza natural, que ainda é pouco explorada como área de estudos e lazer pela própria população da cidade.
O poder público tem por dever iniciar este processo de uso coletivo do patrimônio urbano... Aqueles que se opuserem tem que entender que todos ganharão com uma melhor distribuição de recursos públicos e também com o aparelhamento da nossa grande periferia. E a própria população, a massa que move e se movimenta na cidade tem que mudar a sua visão da proteção e ocupação dos espaços públicos. Exigir a construção e cuidar da preservação do "bem comum". Dessas ações é que vem a prática da cidadania e da democracia.
A mudança começa no nosso comportamento. Vizinho cooperando com vizinho... Bairro interagindo com outros bairros... E toda uma cidade cuidando do seu patrimônio maior, que são os seus habitantes.
Sim, precisamos de mudanças radicais nos nossos hábitos e concepções e não somente novos candidatos e discursos bem elaborados para o período eleitoral...

sábado, 12 de maio de 2018

Hoje à noite tem concerto em Guarulhos


Poderia brincar até com as palavras, pois acredito que Guarulhos ainda tenha "conserto", mas refiro-me mesmo à execução de música erudita no anfiteatro do Colégio Mater Amabilis na noite de hoje (às 20h), dia 12 de maio...
Já produzi outros eventos do gênero, batendo de frente em relação a desconfiança de algumas pessoas com o retorno de algo vinculado à música erudita.
Um dos primeiros deles, há quase duas décadas atrás no mesmo local que se apresentarão hoje os dois dos maiores solistas da renomada OSESP, foi bem executado, com vários ensaios prévios, um repertório de trechos de árias operísticas e boa música clássica conhecida do grande público, com dezenas de músicos e cantores do Conservatório do Tucuruvi. O público foi um pouco abaixo do esperado, mas a satisfação foi tão alta, que me despertou esta vontade de continuar insistindo na divulgação deste gênero tão estigmatizado como maçante e elitista e, por isso, ainda pouco apreciado por parte da população do nosso país (inclusive, muitos não sabem que a base de muitas composições populares bebeu na fonte de grandes compositores clássicos)...
Eu mesmo, um tabaréu, criado no distante interior do nosso estado, onde a riqueza cultural vem da bela inspiração sertaneja, caipira, tive contato com Bach, Lizt, Tchaikovsky, Puccini, entre tantos outros, com os discos de 78 rotações que o meu pai escutava... Havia interpretações das orquestras mais consagradas do mundo (como a de Berlin), grandes tenores e sopranos internacionais (ele tinha muitos do Caruso, Tito Schipa, Mario Lanza, Maria Callas) e também dos nossos conterrâneos com um vozeirão hipnótico como o Celestino, Chico Alves, Nelson Gonçalves, etc... Lembro-me bem do primeiro contato com a música do maestro Villa-Lobos, num dia que o "seu Cid" (meu pai) colocou a Cantilena da Bachiana nº5 na voz da Bidu Sayão e me encheu de histórias do seu compositor. Foi tão marcante que até hoje me recordo da vitrolinha cor de laranja que também era usada para tocar os compactos coloridos de histórias do La Fontaine e, todas as vezes que escuto esta canção, ainda me emociono...
Daí para diante, mesmo sendo totalmente leigo e incapaz de dedilhar algumas notas em qualquer instrumento que seja, fui contaminado pela beleza da música erudita.
Tive sorte de conhecer algumas pessoas na minha vida, principalmente depois de tomar a decisão de mudar-me para São Paulo, que me ajudaram a apurar um pouco mais o meu ouvido e também pesquisar o contexto histórico das grandes obras. Uma destas pessoas é o meu grande amigo e músico Heber Sanches, um violinista incrível que esteve presente em grandes momentos da minha vida, como no pedido de casamento da minha esposa (que foi neste mesmo anfiteatro do concerto de hoje) e também na cerimônia religiosa do mesmo, lá em Brotas...
O Heber me ajudou a produzir (seria impossível fazer sem ele) as apresentações das "Quatro Estações" de Vivaldi com mais de uma dezena de músicos (a maioria russos) da OSESP, da Orquestra Filarmônica Bachiana, com a regência do maestro João Carlos Martins (que chegou a tocar piano durante esta apresentação), de músicos da Bachiana com os Trovadores Urbanos, entre outros.
E, hoje à noite, mais uma vez, ele me deu a oportunidade de estar novamente à frente da organização de uma apresentação deste gênero musical que tanto amo... O violinista Yuriy Rakevich e a pianista Olga Kopylova vão mostrar um pouco mais da beleza de uma sequência que o duo chamou de "Salute d'amour" e que nós rebatizamos como homenagem ao Dia das Mães...
O programa conta com Elgar, Beethoven, Scriabin, Debussy, Paganini, Dvorak ("my mother taught me", que eu adoro), Wagner, Ysaye, Ponce e Franck.
Garanto para vocês que será emocionante!!!!
O anfiteatro do Colégio Mater Amabilis fica na rua Josefina Mandotti, 158, no Jardim Maia, em Guarulhos (SP).
A apresentação acontecerá às 20h e ainda temos ingressos que poderão ser adquiridos na portaria.
Tem apoio do Serviço de Orientação Social do Mater Amabilis (SOS Mater), coordenado pelo querido amigo-irmão Luiz Gerardi e da Via Franca Turismo.

PS.: só para dar um gostinho do que eles vão tocar, coloco aqui um vídeo com o violinista Kerson Leong e a pianista Christia Hudziy interpretando a canção do genial Dvorak...




sexta-feira, 20 de abril de 2018

Concerto em "Homenagem às Mães"


No dia 12 de maio, sábado, na véspera do dia das mães, às 20h, o anfiteatro do Colégio Mater Amabilis vai receber um concerto de piano e violino com os solistas da OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) Olga Kopylova e Yuriy Rakevich. 
É uma oportunidade de ver dois músicos importantes daquela orquestra, em Guarulhos.
O Programa será o seguinte:
1. Elgar - Salut d'amour,
2. Beethoven - Sonata para violino e piano n.5 "Primavera", 1º movimento,
3. Scriabin - Estudo,
4. Debussy - La plus que lente (Valso),
5. Franck - Sonata para violino e piano, 4o movimento,
6. Debussy - Clair de Lune,
7. Paganini - Cantabile,
8. Debussy - Bean Soir,
9. Dvorak - My mother taught me,
10. Wagner - Página de um álbum,
11. Ysaye - Reve d`Enfant,
12. Ponce - Estrellita. 
Ingressos à venda em Guarulhos na Via Franca Turismo (av. Torres Tibagy, 870, sala 03), no SOS do Colégio Mater Amabilis (Rua Josefina Mandotti, 158) e na A Vila Espaço Cultural (R. Silvestre Vasconcelos Calmon, 248).
Valor: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia).

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Projeto inédito reúne Trovadores Urbanos e Quinteto Bachiana no Colégio Mater Amabilis, em Guarulhos

Na noite da próxima sexta-feira, o auditório do Colégio Mater Amabilis vai reunir em uma apresentação os Trovadores Urbanos (um grupo de serenatas, que já fez mais de 100 mil apresentações em 23 anos de formação) e o Quinteto Bachiana, formado por dois violinos, uma viola, um violoncelo e um oboé, que tem direção artística do maestro João Carlos Martins e faz parte da Fundação Bachiana Filarmônica. Seus músicos integram a Bachiana Filarmônica Sesi-SP, orquestra fundada em 2004 por Martins, que rapidamente conquistou a admiração do público e da crítica. A orquestra já se apresentou por todo o Brasil e em consagradas salas de espetáculos como o Carnegie Hall e o Avery Fisher Hall, do Lincoln Center, ambas em Nova York.
Com um repertório que combina o popular e o erudito, o projeto "Sinfonia Seresteira" associa as modinhas e canções dos Trovadores Urbanos à refinada música de concerto do Quinteto Bachiana.
Para esta apresentação aparecem bonitas composições do nosso repertório popular, como Tristeza do Jeca, Triste Berrante, Como vai você, Sonhos, A deusa da minha rua, Viola enluarada, Luiza, entre tantas outras.
O grupo também flertará com Bach e Vivaldi...
A interação entre o erudito e o popular é relevante nos dias de hoje, pois integra conhecimentos e tradições provenientes de diferentes camadas sociais. Isto é ainda mais necessário em um país de extremas desigualdades como o Brasil, já que o diálogo pode estreitar diferenças e banir preconceitos.
A apresentação "Sinfonia Seresteira" ocorrerá no dia 08 de novembro, às 19h, no Anfiteatro do Colégio Mater Amabilis, de Guarulhos (Rua Josephina Mandotti, 158, no Jardim Maia). Mais informações pelo telefone 3809-2011. A entrada é gratuita, sem a necessidade da retirada de convites com antecedência.
Após a apresentação, acontecerá a premiação do Concurso de Poesias do colégio e um sarau, com microfone aberto a todos os declamadores e interessados...
Estarei lá!!!!!